Planos aulas com a utilização de Aplicativos para diferentes disciplinas.










SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................................4
2 PLANOS DE AULA
2.1 Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia – Jéssica Adriana Rocha da Silva........................................................................................................................................................5
2.2 Saúde e Qualidade de Vida: Uma abordagem com Games - José Ricardo Lopes Ferreira..................................................................................................................................................8
2.3 As concepções de leitura e a construção do sentido no texto - Leandro Marques de Melo......................................................................................................................................................10
2.4 Textos e hipertextos na Era Digital - Keila Mendes dos Santos...................................................................................................................................................13
2.5 Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens, Direito e Obrigações - Michele Bulhões de Mendonça.............................................................................................................................................16
2.6 Era digital e cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações - Weider Alberto Costa Santos...................................................................................................................................................19
2.7 Fases clínicas do Trabalho de Parto - Cintia Bastos Ferreira...................................................21
2.8 Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) - Sivaldo Joaquim de Santana.................................................................................................................................................24
2.9 Características e importância da obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a Literatura Espanhola – Marciana Barros Correia de Souza.....................................................................................................................................................28
2.10 Construção de Autômatos Finitos não Determinísticos - Alexandre Paes dos Santos...................................................................................................................................................31
2.11 Memórias e reflexões da profissão docente - Raphaela Silva Nicacio de Oliveira.................................................................................................................................................34
2.12 Farmacologia Antiviral - Rafael Jorge Melo de Omena.........................................................37






APRESENTAÇÃO

O planejamento de aula é fundamental para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. Planejar utilizando as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação - TDIC envolve uma série de elementos que vão desde a pesquisa, seleção e organização dos materiais até a interação com os estudantes. Os discentes do Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade Federal de Alagoas, na disciplina de Metodologia do Ensino Superior com TIC, ministrada pelo Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado, desenvolveram diversos planos de aulas utilizando dispositivos móveis contendo com base o livro: Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários, organizado por Ana Amélia Carvalho, publicado pelo Ministério da Educação de Portugal em 2015, os planos de aulas possuem propostas para diferentes disciplinas de diversos cursos de graduação como poderão comprovar no decorrer da leitura. 








O professor, ao planejar sua disciplina, estará consciente de que está colaborando para a formação de um profissional competente e cidadão corresponsável pela melhoria das condições de vida da sociedade. Com sua disciplina está colaborando para a formação de jovens e investindo numa formação com reflexos projetivos para os próximos 10, 15 ou 20 anos. Estamos trabalhando para uma nova, presente e futura geração. (Masetto, 2003).






2 PLANOS DE AULA

2.1 Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia – Jéssica Adriana Rocha da Silva

JÉSSICA ADRIANA ROCHA DA SILVA
Bióloga licenciada pela Universidade Federal de Alagoas
Atuação profissional: Professora de Ciências e Biologia da educação básica
Aluna regular do mestrado em Educação Brasileira pelo PPGE

I – Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: BIOL062 – Didática do Ensino de Biologia 1
·         Carga horária: 4 semanas (2 aulas por semana)
·         Curso: Licenciatura em Ciências Biológicas
·         Período: 5º período/ 2017.2
·         Docente: Jéssica Adriana Rocha da Silva  jarsbio@gmail.com
II – Título da aula
Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia.
III – Objetivos da aula
       Conhecer e caracterizar as tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia;
       Discutir as possibilidades e limites das tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia;
         Compreender o conceito de transposição didática.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Teorias da Aprendizagem. As tendências no Ensino de Ciências e Biologia dos anos 60 até os dias atuais: contexto histórico. Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia: Abordagem cognitivista; História e Filosofia da Ciência; Experimentação; Abordagem construtivista; Ciência, Tecnologia, Sociedade (CTS) e Ambiente; Espaços não-formais e Divulgação Científica; Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino de Ciências e Biologia. Transposição didática.
V – Desenvolvimento Metodológico
As temáticas serão abordadas através da sala de aula invertida, onde os alunos deverão individualmente e/ou aos pares pesquisar e explorar a bibliografia recomendada, estando livres também para pesquisar nos periódicos, revistas eletrônicas e vídeos. Esta etapa será sucedida de discussões em sala de aula orientadas pelo professor, e deverá ocorrer de forma colaborativa, de modo a esclarecer dúvidas e problematizar o tema. Se necessário, será utilizado posteriormente o recurso da aula expositiva, caso fique alguma questão a ser esclarecida, ou melhor, explorada. Terminadas as discussões, os alunos serão divididos em grupos para elaboração de seminários temáticos que deverão ser apresentados e discutidos pela turma.
VI – Recursos
Deverão ser utilizados além dos textos eletrônicos e vídeos, PowerPoint, Prezi (para elaboração das apresentações dos seminários), os aplicativos: Powtoon (ferramenta de elaboração de apresentações criativas) o StudyBlue (ferramenta para criação e compartilhamento de flashcards). No Powtoon, as equipes deverão elaborar vídeos que serão incorporados às apresentações, trazendo uma sinopse de todo o conteúdo abordado, sendo posteriormente socializado através de seu carregamento no YouTube, e no StudyBlue os alunos deverão individualmente criar flashcards que contenham o resumo das temáticas abordadas em todos os seminários, e posteriormente serão compartilhados com toda a turma e o professor.
VII – Avaliação
A avaliação se dará de forma processual, com o objetivo na construção de conhecimentos, visando à contemplação do desenvolvimento dos aprendentes no decorrer das atividades e discussões propostas. Serão considerados os aspectos avaliativos referentes a participação, frequência e o desempenho na realização nas atividades, bem como as habilidades desenvolvidas. Serão realizados os seguintes trabalhos avaliativos:

1.      Discussões: Serão observados aspectos referentes ao desempenho e participação do aluno, seguindo a lógica da sala de aula invertida, todos deverão participar trazendo contribuições e questionamentos aos conteúdos propostos.
2.      Seminários: Serão realizados em grupos, os alunos deverão expor os dados histórico-sócio-cultural das tendências pedagógicas, trazendo aspectos práticos que dialogue com a realidade da sala de aula nos dias atuais, problematizando a profissão docente e seus desafios;
3.      Produção de vídeos através do Powtoon: deverá ser realizado em grupo, os alunos deverão explorar o aplicativo e dominar as ferramentas básicas para elaboração da atividade. E ao final, a produção deverá ser socializada no YouTube.
4.      Elaboração de flascards através do StudyBlue: os alunos deverão explorar o aplicativo, de maneira a dominar as ferramentas básicas para a elaboração da atividade. Será desenvolvida individualmente ao longo das discussões e apresentações dos seminários pelos grupos, em um total de no mínimo um flashcard por tema. Ao fim, deverá ser socializado com os demais alunos e professor.
VIII – Bibliografia
ALMEIDA, G. P. Transposição didática por onde começar. São Paulo: Cortez, 2007.
CACHAPUZ, A. A necessária renovação do ensino de ciências. São Paulo: Cortez, 2005.
CANDAU, V. Construir Ecossistemas Educativos – Reinventar a Escola. In CANDAU, V. Reinventar a Escola. p. 11-46. Petrópolis: Vozes, 2000.
CHEVALLARD, Y. La Transposición Didáctica: del saber sabio al saber enseñado., Argentina: Aique, 1991.
GIL PEREZ, D. Contribución de la Historia y de la Filosofia de las Ciencias al desarrollode un modelo de enseñanza/aprendizaje como investigación. Enseñanza de las Ciencias, v.11, nº 2, p. 197 – 212, 1993.
MARANDINO, M.; FERREIRA, M. S.; AMORIM, A. C. (Org.). Ensino de Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005.
____________. Ensino de Biologia: Histórias e práticas em diferentes espaços educativos. São Paulo: Cortez, 2009.
MOREIRA, M. A. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1999.

2.2 Saúde e Qualidade de Vida: Uma abordagem com Games - José Ricardo Lopes Ferreira


JOSÉ RICARDO LOPES FERREIRA
Licenciado em Educação Física pela Universidade Federal de Alagoas
Professor de Educação Básica
Aluno do Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação PPGE-UFAL
Bolsista Capes (Mestrado)


I - Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: Educação Física e Promoção à Saúde
·         Carga horária: 2 aulas (100 minutos)
·         Curso: Licenciatura em Educação Física
·         Período: 4º período/ 2017.2
·         Docente: José Ricardo Lopes Ferreira
II – Título da aula
Saúde e Qualidade de Vida: Uma abordagem com Games.

III Objetivos da aula
Geral: Promover a articulação entre os conteúdos de Saúde e Qualidade de Vida, com a utilização das TICS no processo de ensino aprendizagem na Educação Básica a partir da utilização do game com uso do aplicativo Kahoot!
Específicos:
Conceitual: Conhecer as potencialidades da utilização games (quizz) no processo de ensino aprendizagem.
Procedimental: Promover a vivência da utilização do game (quizz) para abordar o conteúdo de Saúde e Qualidade de Vida.
Atitudinal: Estimular o uso das TIC’s no processo educacional através da utilização de games.

IV - Conhecimentos Prévios: Conceitos Básicos sobre: Saúde, Doença e Qualidade de Vida; Distinção entre Atividade Física e Exercício Físico; Aptidão Física e suas Variáveis relacionadas à saúde e ao desempenho desportivo; Carta de Ottawa (OMS, 1986).

V - Desenvolvimento Metodológico:

1º Momento: Expor os objetivos da aula, explicando as potencialidades dos usos dos games na Educação Básica; Exibir dois vídeos que abordam o conteúdo trabalhado na primeira unidade da disciplina (Saúde e Qualidade de Vida) disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=q0YLMdWMnhM e https://www.youtube.com/watch?v=rh3gBleMejQ&t=11s 

2º Momento: Explicar a funcionalidade do aplicativo Kahoot!. Solicitar que todos instalem o app em seus smartphones. Dividir a turma em cinco grupos para que o jogo seja executado no modo “Team”.

3º Momento: Cada um dos cinco grupos do game irá produzir um quizz no Kahoot com os conteúdos de Saúde e Qualidade de vida, produzido também um vídeo de 5 minutos para fundamentar o quiz, para ser jogado na aula seguinte.

VI - Avaliação: A avaliação será processual e nessa etapa os alunos serão avaliados com base na participação e na desenvoltura durante o game, e na produção dos games por cada grupo.

VII - Recursos: Data show, Notebook, smartphones, app Kahoot! e acesso à Banda Larga em Wireless.

VIII - Bibliografia:
Carta de Ottawa. In: 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde. Ottawa, Canadá; 1986
GUEDES, D. e GUEDES, J. Manual da Prático para Avaliação em Educação Física.1a. ed. Barueri. São Paulo: Editora Manole, 2006. 484p


2.3 As concepções de leitura e a construção do sentido no texto - Leandro Marques de Melo


LEANDRO MARQUES DE MELO
Licenciado em Letras Português/Inglês (Uneal)
Professor de Língua Portuguesa na Educação Básica
Aluno regular do Mestrado em Educação Brasileira pelo PPGE-UFAL

I – Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: Leitura e Produção de Textos em Língua Portuguesa
·         Carga horária: 80h (02 aulas semanais)
·         Curso: Licenciatura em Letras
·         Período: 1º período/ 2017.2
·         Docente: Leandro Marques de Melo
II – Título da aula
As concepções de leitura e a construção do sentido no texto
III – Objetivos da aula
        Conhecer as três concepções de leituras chamadas bottom-up, top-down e sociointeracionista;
        Caracterizar a leitura bottom-up, top-down e sociointeracionista;
        Discutir a produção do sentido de um texto através da metáfora dos espelhos de Leffa (1996)
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Conceito de leitura e decodificação textual. O texto como unidade básica da produção escriturística, fonte de leitura e interpretação: em que consiste a compreensão de um texto; algumas estratégias de compreensão. Leitura corrida. Leitura poética. Leitura de reflexão.
V – Desenvolvimento Metodológico
Considerando os conhecimentos previamente adquiridos pelos estudantes, serão apresentadas as três concepções de leituras aqui propostas, e aplicando a metodologia da sala de aula invertida, seguiremos os seguintes passos:
1) Os estudantes serão divididos em três grupos cada um ficando com uma concepção de leitura: Gr01Concepção bottom-up; Gr02 Concepção top-down; Gr03 Concepção sociointeracionista.
2) Cada grupo deverá consultar a bibliografia recomendada, fazendo também pesquisas eletrônicas, e discutir entre os membros os elementos, características e limites de cada corrente de leitura, em ambiente on line, e postar no Youtube uma pequena exposição de seu tópico através de videoconferência pelo Google Hangouts para apreciação dos demais.
3) Realização videoconferência com o professor usando o Google hangout on Air, para abordagem do que foi postado e discutido pelos estudantes.
VI – Recursos
Utilizaremos os textos recomendados na bibliografia para estudo e consulta. Usaremos o aplicativo Google Hangouts, para as discussões dos grupos e para realização da vídeo conferências ao vivo ou não através do Youtube.  O Google Hangouts servirá para os estudantes trocarem entre si mensagens de texto, partilhar arquivo, e fazer vídeo chamadas, usando o computador ou smartphone. Para tanto precisarão ter uma conta no Google, podendo usar também o Gmail, através do qual se faz a sincronização automática dos hangouts tanto no computador, quanto no smartphone ou tablete.
VII – Avaliação
A avaliação dar-se-á de forma continuada, observando a interação e participação dos estudantes nas atividades propostas. Como mecanismo de acompanhamento por parte do professor a avaliação será feita em dois momentos:
1)     Cada grupo fará uma videoconferência sobre a concepção de leitura que estudou, fazendo assim uma breve exposição que deve ser transmitida no Youtube para acesso posterior de todos os estudantes.
2)     Videoconferência ao vivo, no momento marcado, presidida pelo professor relacionando as três abordagens feitas e aberta para a participação e intervenção da turma por meio do Google Hangouts.

VIII – Bibliografia
 DURAN, Guilherme Rocha. As concepções de leitura e a produção do sentido no texto. Revista Prolíngua. João Pessoa, Brasil.  Volume 02/Nº02. Jul/Dez 2009, p. 1-14. Editora UFPB. Disponível em: http://www.okara.ufpb.br/ojs/index.php/prolingua/article/viewFile/13427/7623 
LEFFA, J. Aspectos da leitura: uma perspectiva psicolingüística. Porto Alegre: 1996. MENEGASSI R. J. ANGELO, C. M. P. Conceitos de Leitura. IN. MENEGASSI, R. J. Leitura e Ensino. Maringá: Eduem, 2005.
KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda M. Ler e compreender os sentidos do texto. São Paulo: contexto, 2006.

2.4 Textos e hipertextos na Era Digital - Keila Mendes dos Santos

KEILA MENDES DOS SANTOS
Docente do curso de Letras Inglês da UNEB, Campus VI, Caetité.
Mestre em Letras: cultura, educação e linguagens pela UESB.
Doutoranda em Educação pela UFAL.


I - Identificação

·         Universidade: Universidade do Estado da Bahia
·         Disciplina: Novas Tecnologias e Educação a Distância no Ensino de Língua e Literaturas Inglesas
·         Carga horária: 60h
·         Cursos: Letras língua inglesa e literaturas
·         Período: VII semestre
·         Docente: Prof. Me. Keila Mendes dos Santos

II - Tema da aula
·         Textos e hipertextos na Era Digital

III – Objetivos
·         Discutir características da leitura e escrita no contexto digital e suas particularidades;
·         Analisar conceitos de textos e hipertextos;
·         Conhecer e utilizar ferramentas que proporcionem a escrita de hipertextos e textos interativos;
·         Elaborar um texto com o aplicativo active texbook;
·         Criar uma nuvem de palavras com o aplicativo Tagxedo.

IV - Conhecimentos prévios do aluno

Educação, Sociedade e TIC; Cultura digital: o que é e quais suas implicações para a educação?; EAD percurso histórico, conceitos e modalidades; TIC na Escola (inclusão; exclusão; letramento e alfabetização digital).

V - Desenvolvimento metodológico

A temática da aula será abordada em três momentos distintos:

1º momento – No primeiro momento os estudantes irão fazer a leitura dos textos mencionados na bibliografia e debaterem sobre os mesmos no fórum online disponível no AVA da disciplina. Neste momento, poderão ser levantadas questões referentes aos conceitos de textos e hipertextos, quais as principais mudanças no contexto digital; linguagem da internet e linguagem informal e outros aspectos que os estudantes julgarem relevantes.

2º momento - Neste segundo momento, após leitura e discussão, os estudantes irão elaborar um texto síntese fundamentado na referência bibliográfica fornecida, contendo, no máximo, duas laudas contemplando os principais aspectos observados ao longo das leituras e discussões.

3º momento - Após terminarem a escrita dos textos os estudantes irão edita-los, atribuindo características hipertextuais e interativas, utilizando o aplicativo active textbook. Trata-se de um aplicativo que permite a edição de textos inserindo links, vídeos, imagens e áudio, possibilitando textos dinâmicos com uma variedade de informações. Ainda neste segundo momento os estudantes irão produzir uma nuvem de palavras com os principais conceitos presentes nas leituras feitas, sintetizando as ideias centrais. Para esta atividade será utilizado o aplicativo Tagxedo que permite a criação de nuvens de palavras interativas. Após os processos de criação e edição, os textos serão socializados com os colegas em momento presencial.

VI - Recursos
-Textos eletrônicos e físicos;
-Computador/notebook com acesso à internet;
-AVA;
-Aplicativos active texbooks e tagxedo.

VII - Avaliação

A avaliação será processual e ocorrerá ao longo da realização de todas as atividades propostas, levando em consideração a participação ativa dos estudantes, a qualidade das atividades produzidas, observando, também, os recursos disponíveis para utilização em cada aplicativo e como estes foram explorados na execução das atividades. Desta forma, os estudantes serão avaliados em três etapas:

-Participação nos fóruns de discussão;
-Elaboração do resumo e edição com o active texbook;
- Elaboração da nuvem de palavras com o Tagxedo sintetizando os principais conceitos dos textos.

VII - Bibliografia

BARTON, D.; LEE, C. Linguagem online: textos e práticas digitais. 1ed.São Paulo: Parábola, 2015

MARCUSCHI, L. A. O hipertexto com um novo espaço de escrita em sala de aula. Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001 (79-111)

RIBEIRO, A. E. Seis clichês e uma sugestão sobre leitura na web. Linguagem em (Dis)curso, Palhoça, SC, v. 9, n. 3, p. 585-602, set./dez. 2009


Links de acesso para os aplicativos


2.5 Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens, Direito e Obrigações - Michele Bulhões de Mendonça


MICHELE BULHÕES DE MENDONÇA
Bacharel em Ciências Contábeis pelo Centro de Estudo Superiores de Maceió – CESMAC e Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas – FCSA.
Atuação profissional: Professora de Ciências Contábeis pelas modalidades presenciais e Educação a Distância - EaD.
Aluna Especial do Mestrado em Educação Brasileira pelo PPGE.

I – Identificação
·         IES: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade – FEAC/UFAL
·         Disciplina: Contabilidade Geral
·         Carga horária: 4 semanas (2 aulas por semana)
·         Curso: Contabilidade
·         Período: 1º período/ 2017.2
·         Docente: Michele Bulhões de Mendonça - michelebulhoes@hotmail.com
II – Título da aula
Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens, Direito e Obrigações.
III – Objetivos da aula
 Introduzir o conceito de Balanço Patrimonial;
 Conceituar os principais elementos que compõem o Balanço Patrimonial;
 Analisar os reflexos e interpretar os resultados gerados no Balanço Patrimonial.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
A contabilidade e suas ferramentas como suporte de decisão no processo de gestão das organizações. Abordagem dos conceitos e função da contabilidade; quem são seus usuários (internos e externos). A importância do Patrimônio; seus métodos e regimes. Princípio Contábeis. Fatos Contábeis. Demonstrações Contábeis: abordagem sobre Patrimônio, estrutura de capitais para este patrimônio e as contas patrimoniais e de resultados; Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC).
V – Desenvolvimento Metodológico
 Aula expositiva através de data show (slides), em sala de aula, conforme conteúdo programado;
 Momento de interação com os alunos em sala;
 Realização de exercícios de fixação com os alunos em sala de aula.
VI – Recursos
A disciplina se dará na modalidade presencial, com aulas expositivas através de data show (Slides). Será utilizado o Google Drive/Google Sala de Aula – ferramenta para a sala e extra-sala de aula. Este recurso tecnológico é uma ferramenta didática que ajuda o docente a ensinar melhor, e enriquecer o seu planejamento de uma aula ou suas atividades. Além disso, é um conjunto de ferramentas, acessíveis a qualquer detentor de uma conta do Google. Dentro deste espaço das Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, utilizamos o Google Drive/Google Sala de Aula, como forma de avaliação e interação complementar da sala de aula presencial, onde foi criado uma turma on-line pela docente com todos os alunos participantes (alunos). Onde os alunos poderão realizar postagens de dúvidas e trabalhos, através da percepção da interação e interesses dos mesmos. Os conteúdos das aulas, bem como todos os materiais de estudos complementares ficarão disponíveis no endereço eletrônico: https://classroom.google.com/o/NjYzNDUwNzA5N1pa.
Cada aluno deverá acessar o endereço eletrônico, e postar suas atividades, na pasta da turma, que fica do lado esquerdo da página, até o dia 31/10/2017. Todos os trabalhos são individuais e deverão ser enviados na versão em pdf, assim como a construção do Mapa Conceitual (ferramenta de organização e representações de ideias através de estrutura gráfica), que deverá abordar o conteúdo do livro do tema 04 – Demonstrações contábeis e operações envolvendo o ativo não circulante.
VII – Avaliação
As avaliações serão processuais, com observações realizadas durante as aulas, considerando o nível de participação nas discussões e interação dos discentes. Serão considerados os aspectos avaliativos referentes a participação e interação dos alunos, tais como, frequência e desempenho na realização nas atividades e suas postagens no endereço eletrônico da turma, bem como as habilidades desenvolvidas de suas atividades
VIII – Bibliografia
ÁVILA, Carlos Alberto de. Contabilidade Básica. ed. Curitiba: Editora do Livro Técnico, 2011.
IUDÍCIBUS, Sérgio de et. al. Contabilidade Introdutória. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, Jose Carlos. Contabilidade Básica, 7ª ed. – São Paulo: Atlas, 2014.
MOURA, Ribeiro Osni. Contabilidade Básica. 24ª. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2013.
SÁ, Antônio Lopes de. Plano de Contas, 11ª ed. – São Paulo: Atlas, 2012.
SILVIA, Cesar Augusto Tibúrcio. Contabilidade Básica. 4.ed. -3.reimp. – São Paulo: Atlas, 2015.
RIBEIRO. Osni Moura. Contabilidade Básica Fácil. São Paulo. Editora Saraiva. 2012.



2.6 Era digital e cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações - Weider Alberto Costa Santos


WEIDER ALBERTO COSTA SANTOS
Administrador, pedagogo e professor de sociologia (Pré-ENEM)
Especialista em Marketing pelo CESMAC
MBA (Master of Businnes Administration) em Marketing pela FGV-RJ
Mestrando em Educação pela UFAL (PPGE-CEDU-UFAL)
Pesquisador na área de TIC's (Ensino híbrido: sala de aula invertida)
Diretor do Sistema Dinamus de Ensino
Vice-diretor do Grupo Dinâmico de Ensino

I – Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: PEDL005 – Educação e novas tecnologias da informação e da comunicação
·         Carga horária: 80 horas (60T/20P)
·         Curso: Pedagogia
·         Período: 1º período/ 2017.2
·         Docente: Weider Alberto Costa Santos  weideralberto@gmail.com
II – Título da aula
Era digital e cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações.
III – Objetivos da aula
       Refletir sobre o conceito de cibercultura em Pierre Lévy;
       Descrever as categorias centrais trazidas por Lévy sobre o virtual e o humano;
        Debater os impactos e mudanças do ciberespaço para a comunidade estudantil.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Abordagem sobre educação na era digital. A escola frente às demandas da modernidade líquida. O ciberespaço. A ideia de técnica e técnicas na era digital. O que a escola tem a oferecer aos educandos imersos na rede (internet)?
V – Desenvolvimento Metodológico
Disponibilizar o texto em PDF no AVA da IES e/ou no grupo do WhatsApp® da turma. Publicar, no AVA e/ou no grupo do WhatsApp®, a sequência didática com as questões iniciais para a discussão em sala de aula presencial, antes do encontro presencial. Discutir os aspectos primordiais do texto em sala de aula, entregar o resumo sobre os impactos e mudanças do ciberespaço para os educadores da escola hoje. Confeccionar e publicar a apresentação em slide dos aspectos levantados e discutidos em sala de aula presencial.
VI – Recursos
Utilizaremos o Google Drive como recurso chave para a elaboração e socialização desta primeira aula com os estudantes do curso de Pedagogia. Tanto para o registro do resumo textual quanto para a apresentação em slides.
VII – Avaliação
A avaliação será processual, valorizando as atividades realizadas nos momentos presenciais e a distância, envolvendo sistematização e organização prévia das tarefas. Os graduandos terão, constantemente, avaliadas às suas produções textuais seguindo o esquema de:

1. Produção de textos científicos com base nas leituras indicativas da disciplina;
2. Avaliação das produções disponíveis online dos blogs da turma;
3. Apresentação dos resultados, impactos e mudanças em consequência da experiência proporcionada pela disciplina.
VIII – Bibliografia
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: ed.34, 1999.
MASETTO, Marcos; MORAN, José e BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
MERCADO, Luís P. Tendências na utilização das tecnologias da informação e comunicação na educação. Maceió: Edufal, 2004.
TV UFBA conecta. André Lemos discute internet, cibercultura e sociabilidade. TV UFBA, Bahia: YouTube, 26 de mai 2015. Vídeo online (13min07seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=D4x5tIiWGpA>. Acessado em: 18 set 2017.
Roda Viva - cibercultura e inteligência coletiva. Pierre Lévy, 2001. Canal Roda Viva: YouTube, 27 de mar 2016. Vídeo online (1h30min10seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=DzfKr2nUj8k>. Acessado em 18 de set 2017. 

2.7 Fases clínicas do Trabalho de Parto - Cintia Bastos Ferreira


CINTIA BASTOS FERREIRA
Enfermeira. Mestre em Ensino na Saúde pela UFAL.
Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da UFAL, Campus Arapiraca)
Doutoranda em Educação pela UFAL.

I –
Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
·         Disciplina: Saúde Materno Infantil
·         Carga horária: Dez horas-aula (segunda-feira e quarta-feira)
·         Curso: Enfermagem
·         Período: 1º período/ 2017.2
·         Docente: Cintia Bastos Ferreira
II – Título da aula
Fases clínicas do Trabalho de Parto.
III - Objetivos da aula
Ao final da aula os estudantes deverão ser capazes de:
·         Identificar os fatores determinantes para o início do trabalho de parto;
·         Reconhecer os sinais de verdadeiro trabalho de parto;
·         Descrever as quatro fases clínicas do trabalho de parto;
·         Identificar as características das fases clínicas do trabalho de parto em primíparas e multíparas;
·         Reconhecer as estruturas fisiológicas da placenta e dos anexos;
·         Planejar ações para a assistir a mulher em trabalho de parto.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Modificações gravídicas; Anatomia obstétrica; Estruturas anatômicas do bebê; Mecanismo de parto.
V – Desenvolvimento Metodológico
A aprendizagem baseada em problemas (ABP) será a metodologia de ensino-aprendizagem empregada para abordagem teórica do conteúdo. A turma será dividida em subgrupos de até 8 estudantes e cada subgrupo abrirá o conteúdo na quarta feira e fechará na segunda subsequente. Nesta perspectiva, o professor atua como tutor, facilitador do processo de aprendizagem e o estudante assume papel ativo. A cada rodada tutorial, o subgrupo elege um relator (para anotar e sintetizar toda a discussão) e um coordenador (para controlar o tempo, estimular a participação de todos e garantir que os objetivos da aula sejam trabalhados).
            Na sessão de abertura da ABP, de quarta-feira pela manhã, a discussão acontece partindo dos conhecimentos prévios dos estudantes, sob a tutoria do docente. O tutor trará como disparadores de aprendizagem, uma situação problema contendo um caso baseado na realidade e uma simulação em laboratório, que possibilite a observação e assistência de uma mulher vivenciando o trabalho de parto, com a utilização de ferramentas da realidade aumentada, usando objetos virtuais em ambiente real a partir do aplicativo Aurasma. Aqui, partindo de tais disparadores, devem ser formuladas hipóteses de solução e retiram-se algumas questões de aprendizagem, com a finalidade de atingir os objetivos pré-definidos.
            Num segundo momento, os estudantes serão estimulados a fazerem as buscas e estudos individuais e responderem às questões de aprendizagem com fundamentação teórica. Enquanto estiverem fazendo este estudo individual, os estudantes devem participar de interações a distância, nas quais, devem colaborar na construção de textos coletivos iniciados pelo tutor, no Google Drive e participar de discussões via whatsapp sobre o conteúdo.
             Na sessão de fechamento da ABP, na segunda-feira pela manhã, os estudantes voltam para seus subgrupos para a socialização dos estudos e das produções e o tutor vai mediar toda a discussão fundamentada, para garantir que os objetivos do tutorial sejam atingidos.
            Após o fechamento do conteúdo, os estudantes devem: Finalizar a construção do texto coletivo no google drive e alimentarem o portfólio digital sobre o conteúdo de fases clínicas do trabalho de parto.
VI – Recursos
·         Situação problema;
·         Aurasma Studio App;
·         Google Drive;
·         Whatsapp.
VII – Avaliação
Como planejado para todo o módulo, a avaliação da aula de fases clínicas do trabalho de parto, será contínua, respeitando o caráter constante do processo de aprendizagem. Para tanto, serão avaliados:
·         Frequência, pontualidade e participação nos encontros presenciais dos grupos tutoriais;
·         Participação nas interações via whatsapp;
·         Acompanhamento da construção do portfólio digital individual, no formato de weblog;
·         Acompanhamento da participação de cada estudante na construção do texto coletivo.
VIII – Bibliografia
NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier, 2005.
REZENDE, J. Obstetrícia. 12ª ed., Guanabara Koogan, 2008.
RICCI, S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da Mulher. Guanabara Koogan, 2008.
ZUGAIB, M. Obstetrícia. 1ª ed.,Baurueri, SP. Manole, 2008.

2.8 Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) - Sivaldo Joaquim de Santana

SIVALDO JOAQUIM DE SANTANA
Bacharel em Informática/Análise de Sistemas.
Mestre em Informática (IC/UFAL).
Aluno especial do doutorado em Educação (CEDU/UFAL).

I – Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: Banco de Dados I
·         Carga horária: 80h.
·         Curso: Bacharelado em Sistemas de Informação
·         Período: 5º semestre – 2017.2
·         Docente: Prof. Me. Sivaldo Joaquim de Santana
II – Título da aula
Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD).
III – Objetivos da aula
       Conhecer os principais SGDB utilizados no mercado atual;
       Analisar os diferentes tipos de SGBD;
       Conhecer a estrutura de um SGBD;
       Identificar as funções de um SGBD;
       Identificar as vantagens e desvantagens de um SGB. 
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Introdução aos sistemas de banco de dados e o modelo conceitual. Conceitos e arquiteturas do sistema de banco de dados. Modelo relacional: conceitos básicos e restrições de integridade. Modelo Entidade-Relacionamento - MER. Projeto de Banco de dados relacionais.
V – Desenvolvimento Metodológico
A temática abordada nesta aula será desenvolvida por meio de pesquisa em grupo. Para isso, a priori, apresentaremos à temática, os objetivos e uma breve revisão dos conteúdos previamente trabalhos nas últimas aulas. Na sequência, serão realizadas as etapas:
Etapa 1: Formação das equipes – Nesta primeira etapa, serão formadas as equipes com no mínimo 2 e no máximo 5 estudantes.
Etapa 2: Escolha de um líder – Na segunda etapa, os membros de cada grupo deverão escolher um membro como líder da equipe. O líder será o responsável por criar um documento no Google Drive e compartilhar com os demais membros da equipe.
Etapa 3: Pesquisa em grupo – Em seguida, a equipe deverá: (1) executar uma pesquisa utilizando dispositivos móveis (smartphone ou tablet) sobre os Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD); (2) realizar uma leitura a respeito da temática; e (3) escrever/editar o documento no Google Drive de forma colaborativa, contendo a seguinte estrutura:
  1. Título da pesquisa;
  2. Nomes dos membros da equipe (em ordem alfabética);
  3. Resumo (uma breve contextualização com no mínimo 100 e no máximo 150 palavras);
  4. Desenvolvimento (abordando os principais SGBD utilizados no mercado atualmente, seus tipos, estrutura, funções, as vantagens e desvantagens);
  5. Considerações finais;
  6. Referências.
O Google Drive[1] é um serviço de armazenamento de arquivos na nuvem gratuito. Por meio dele, o usuário pode acessar seus arquivos armazenados no Drive utilizando qualquer dispositivo (smartphone, tablet ou computador) a qualquer hora, em qualquer lugar. Além disso, permite compartilhar arquivos e pastas com outras pessoas para visualizar, fazer download e editar qualquer documento.
Etapa 4: Compartilhamento e discussão – Nesta última etapa, o líder da equipe deverá acessar a plataforma Google Classroom e compartilhar o documento criado no Google Drive com os membros de todas as equipes. Além disso, os estudantes deverão acessar o Google Classroom, responder uma lista de exercícios individualmente e resolver/discutir uma situação-problema proposta pelo professor através da plataforma.
A plataforma Google Classroom[2]  (Google Sala de Aula) foi desenvolvida com a participação de professores e alunos para facilitar a comunicação da turma, acompanhar o progresso dos alunos e permitir que professores e alunos atinjam melhores resultados. A ferramenta permite aos professores: criar turma com apenas alguns cliques, adicionar alunos através de um código de turma ou adicionando-os diretamente, criar tarefas e enviar uma cópia para cada aluno e realizar o acompanhamento das tarefas executadas pelos estudantes. Para os alunos, a plataforma disponibiliza tudo em um só lugar. O estudante pode participar de uma turma com apenas um clique, iniciar um conversa em particular com o professor ou fazer perguntas para toda a turma, enviar tarefas, anexar documentos, arquivos do Google Drive ou links de forma colaborativa e instantânea.
VI – Recursos
       Notebook;
       Datashow;
       Smartphone;
       Tablet;
       Conexão Wi-Fi (banda larga);
       Google Drive;
       Google Classroom (Google Sala de Aula). 
VII – Avaliação
A avaliação será processual, visando valorizar o caminho trilhado pelos estudantes no processo de construção do conhecimento. Diante disto, serão computadas as seguintes atividades:
       participação ativa na aula;
       trabalho colaborativo no desenvolvimento da pesquisa e na construção do documento no Google Drive;
       realização da lista de exercícios proposto na plataforma Google Classroom;
       resolução e discussão da situação-problema através do Google Classroom
VIII – Bibliografia
HEUSER, Carlos A. Projeto de Banco de Dados. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
MACHADO, Felipe N. Rodrigues. Projeto e implementação de Banco de Dados. 3ª ed. São Paulo: Érica, 2014.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de Gerenciamento de Bancos de Dados. 3ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
SILBERSCHATZ, Avi; KORTH, Henry F.; Sudarshan, S. Sistema de Banco de Dados. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.

2.9 Características e importância da obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a Literatura Espanhola – Marciana Barros Correia de Souza


MARCIANA BARROS CORREIA DE SOUZA
Licenciada em Letras Português/Espanhol (Ufal)
Especialista em Inspeção Escolar (CESMAC)
Atuação profissional: Técnica em assuntos educacionais
Aluna especial do Mestrado em Educação Brasileira pelo PPGE-UFAL

I –Identificação
IES: Universidade XYZ
Disciplina: LITES2 – Literatura Espanhola II
Carga horária: 60 horas
Curso: Letras
Período: 3º período/ 2017.2
Docente: Marciana Barros Correia de Souza - marcianabcorreia@gmail.com
II – Título da aula
Características e importância da obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a Literatura Espanhola.
III - Objetivos da aula
       Compreender as principais características da obra La Celestina;
       Refletir a relevância da obra e sua articulação com áreas afins do conhecimento, contextualizando-a frente às questões sócio-culturais e políticas locais e globais;
        Discutir a evolução das questões envolvendo preconceito e gênero, personificadas nas figuras de Celestina, Melibea, Alisa, Lucrecia, Areúsa e Elicia.
IV - Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante.
         Fontes Literárias e gênero da obra;
        Características da obra;
        Influências e êxito posteriores;
        Comédia Humanística.
V – Desenvolvimento metodológico
O desenvolvimento das atividades da aula dar-se-á com a compreensão preliminar da temática a partir da leitura individual e análise crítica da obra literária, visualização do filme La Celestina, além de textos indicados. Durante o período destinado à leitura serão utilizadas fichas de acompanhamento, disponibilizadas em formulários do Google Drive e posteriormente postadas no Google Classroom.
A aula será subdividida em dois momentos. O primeiro, na modalidade presencial, com debate acerca das questões que envolvem aspectos da obra. No segundo momento haverá a subdivisão dos grupos para sistematização das leituras e discussões por meio da criação de mapas mentais com o aplicativo Text2Mindmap. Esses mapas mentais trarão informações detalhadas sobre a Obra La Celestina - Características das personagens, sociedade (contexto social medieval/valores/antivalores), cultura, tempo (cronológico e histórico).
 Serão criadas apresentações por meio da ferramenta Apresentações do Google Drive com ativação do recurso interativo de perguntas e respostas. Objetivando socializar os conhecimentos adquiridos, as produções serão postadas no blog da turma. Após estes momentos haverá a aplicação de um quiz por meio de Formulário do Google Drive e apresentação de slides, agendados para uma aula virtual, também realizada no Google Classroom.
VI - Recursos
As atividades desenvolvidas terão como suporte a utilização do Google ClassRoom, blog da turma, com conteúdo e links de portais ou sites para complementação e enriquecimento da aula. O Google Drive será utilizado para elaboração e gerenciamento de documentos, dentre eles a ferramenta de criação de slides e o mecanismo de interação de perguntas e repostas.
VII - Avaliação
A avaliação será diagnóstica, formativa e somativa. Os estudantes serão avaliados individual e coletivamente, em aspectos como:
- Atitudes (postura ética, participação, assiduidade, pontualidade, responsabilidade (Cumprimento de tarefas e prazos), colaboração e cooperação. Durante o trabalho em grupo serão observadas a integração, contribuição e troca de experiências.
Os instrumentos de avaliação utilizados serão:
       trabalho em grupo, no qual cada equipe responsabilizar-se-á por alguma atividade a ser postada no blog da turma.
       produção de fichas de leitura e resenha da obra estudada como instrumento de acompanhamento e avaliação contínua.
       aplicação de um quiz por meio de Formulário do Google Drive agendado para uma aula virtual, realizada no Google Classroom.
       elaboração de apresentação interativa, utilizando a ferramenta de apresentações do Google Drive.
VII - Bibliografia
CARVALHO, Ana Amélia (Org.). Apps para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários. Portugal: 2015: Ministério da Educação de Portugal. Disponível em: <http://erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Recursos/Estudos/apps_dispositivos_moveis2016.pdf >Acesso em 10 set. 2017.
CORREIA, M. C. B. Representação da mulher medieval na obra La Celestina, de Fernando de Rojas. Orientador: Joyce Rodrigues Ferraz Infante.2003.
LA CELESTINA. Disponível em:<http://lenguayliteratura.org/proyectoaula/la-celestina/>. Acesso em: 10 set. 2017.
ROJAS, Fernando de. La Celestina. Madrid: Espasa-Calpe, 1989.
  
2.10 Construção de Autômatos Finitos não Determinísticos - Alexandre Paes dos Santos
ALEXANDRE PAES DOS SANTOS
Mestre em Modelagem Computacional do Conhecimento pela Universidade Federal de Alagoas
Atuação profissional: Professor do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas
Aluno especial do doutorado em Educação Brasileira pelo PPGE

I – Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
·         Disciplina: CPTA062 – Teoria da Computação
·         Carga horária: 4 semanas (2 aulas por semana) / 80 Semestrais
·         Curso: Bacharelado em Ciência da Computação
·         Período: 5º período/ 2017.2
·         Docente: Alexandre Paes dos Santos (alexandre.santos@arapiraca.ufal.br)
II – Título da aula
Construção de Autômatos Finitos não Determinísticos
III – Objetivos da aula
·         Identificar um sistema de estados finitos como um Autômato Finito não determinístico (AFND);
·         Descrever formalmente um AFND;
·         Construir diagramas que simulem um AFND.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Grafos direcionados, Máquinas de Estados Finitos, Autômato Finitos Determinísticos, distinção entre os tipos de Autômatos;
V – Desenvolvimento Metodológico
As temáticas da aula serão abordadas nos seguintes momentos:
1º Momento: No primeiro momento por meio de uma aula invertida os alunos deverão acessar o Ambiente Edmodo para assistir vídeos que apresentam os conceitos e comportamentos de um AFND. Os vídeos foram postados do Google drive pelo professor na sala virtual criado no Edmodo. Os discentes poderão interagir no ambiente Edmodo discutindo os princípios de funcionamentos desse tipo de máquina de estados;
2º Momento: Após o primeiro momento, o professor em laboratório de informática irá expor o funcionamento da ferramenta Educreations. A turma será dividida em equipes que receberá uma lista de exercícios a serem resolvidos. Para cada exercício deverá ser criada uma animação no Educreations que simule o AFND correspondente.
3º Momento: Os alunos postarão Ambiente Edmodo suas animações criadas no Educreations que simularão a resolução das questões da lista de exercício e deverá ser autoexplicativa.
4º Momento: Após a postagem das animações. As equipes deverão interagir com outras equipes através de discussões no ambiente. Os criadores das animações deverão auxiliar os colegas de outras equipes a compreenderem suas produções auxiliando-os nas discussões.
VI – Recursos
·         O Aplicativo do Ambiente Virtual de Aprendizagem Edmodo;
·         Aplicativo do Google Drive;
·         Laboratório de Informática;
·         Aplicativo do Educreations;
VII – Avaliação
A avaliação processual e valorizará as contribuições e produções dos alunos. O itens que serão avaliados serão:

·         Discussões nas postagens dos vídeos previamente postados pelo professor : será analisado a contribuição do discente  à discussão e o seu grau de maturidade quanto ao conteúdo;
·         Criação das animações: será analisada a criatividade do aluno na construção do autômato assim como a didática na explicação da animação;
·         Discussões no Edmodo após as postagens das animações: será analisado as contribuições dos alunos em esclarecer para os colegas eventuais dúvidas sobre os princípios e comportamento de suas animações;
 VIII – Bibliografia
DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES, Paulo Blauth. Teoria da Computação: Máquinas Universais e Computabilidade. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2011.
EPSTEIN, R.; CARNIELLI, W. Computability: computable functions, logic, and the foundations of mathematics. 2. ed. Belmont: Wadsworth, 2000.
HOPCROFT, J. et. al. Introdução à Teoria dos Autômatos, Linguagens e Computação. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
MENEZES, P. B.. Linguagens Formais e Autômatos. 5. ed. Porto Alegre: Sagra Luzzatto, 2002.
PAPADIMITRIOU, C. H.; LEWIS, H. R. Elementos de Teoria da Computação. 2. ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.

2.11 Memórias e reflexões da profissão docente - Raphaela Silva Nicacio de Oliveira

RAPHAELA SILVA NICACIO DE OLIVEIRA
Pedagoga licenciada pela Universidade Federal de Alagoas
Atuação profissional: Professora da educação infantil e do ensino fundamental 1
Aluna regular do Mestrado do Programa de pós-graduação em Educação na Universidade Federal de Alagoas

I.                   Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: Profissão docente
·         Carga horária: 60h
·         Curso: Pedagogia
·         Período: 1º/2017
·         Docente: Raphaela Silva Nicacio de Oliveira (raphaela.nicacio@hotmail.com)
II.                Título
 Memórias e reflexões da profissão docente.
III.             Objetivos
            Analisar a constituição histórica do docente
            Refletir sobre a natureza do trabalho dos professores;
         Realizar um registro autobiográfico sobre as memórias da profissão docente.

IV.             Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante

Aspectos históricos da profissão docente no Brasil, abarcando dos Jesuítas, a criação das escolas normais, a profissionalização do ofício e o contexto contemporâneo, contemplando reflexões acerca da formação atual dos professores e as suas condições de trabalho no que diz respeito à escola como seu locus de atuação.

V.                Desenvolvimento metodológico
Os temas abordados serão divididos em dois momentos:

1º momento: Os alunos realizaram as leituras dos textos sobre os conteúdos previamente, estes serão disponibilizados no blog da disciplina e no WhatsApp da turma, no qual os discentes poderão tirar dúvidas que surgirem durante a leitura, posteriormente haverá um período para discussão presencial mediada pelo professor, na qual explicará também a atividade que será realizada à distância.

2º momento: Será realizada uma atividade, numa proposta de sala de aula invertida, na qual os estudantes executaram um registro autobiográfico sobre professores que marcaram a sua trajetória escolar, seja positivamente ou negativamente, para construir esta narrativa, os alunos utilizaram o “Tellagami”, um aplicativo para dispositivos móveis que permite a criação de um “Avatar” que possibilita a contação de histórias, onde os alunos e o professor poderão interagir.

VI.             Recursos
·         Textos eletrônicos;
·         Blog;
·         WhatsApp;
·         Aplicativo: Tellagami;
·         Dispositivos móveis;
·         Internet.

VII.          Avaliação
Avaliação será processual, visando à construção do conhecimento a adquirido durante a aula e no decorrer das atividades, contemplando a participação nas discussões, e a execução dos trabalhos.
1.      Discussão: Será avaliada a participação e o envolvimento do aluno, durante os momentos, diagnosticando se o discente realizou as leituras propostas.
2.      Registro autobiográfico: utilização do aplicativo “Tellagami”, para realização da narrativa.
3.      Interação: Comunicação mútua com o grupo nos aplicativos: WhatsApp e Tellagami.

VIII.       Referências
GONDRA, J. G; SCHUELER, A. Educação, poder e sociedade no Império brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008.

GOMES, R. C. M. A formação dos professores no contexto atual. Revista Educação: Anhanguera Educacional, São Paulo, v. 14, n.18, p.103-125, 2011.

MASETTO, M. T. Aula: ambiente de aprendizagem e de trabalho profissional do docente. In:_______. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus, 2003. p. 73 – 84.
  
2.12 Farmacologia Antiviral - Rafael Jorge Melo de Omena

RAFAEL JORGE MELO DE OMENA
Doutorando em Biotecnologia em Saúde – RENORBIO/UFAL
Mestre em Ciências Farmacêuticas – PPGCF/UFAL
Grupo de Catálise e Reatividade Química – GCaR
Laboratório de Farmacologia e Imunidade – LAFI
Universidade Federal de Alagoas

I.                   Identificação
·         IES: Universidade Federal de Alagoas
·         Disciplina: Parasitologia
·         Carga horária: 80h
·         Curso: Farmácia
·         Período: 4º/2017
·         Docente: Rafael Jorge Melo de Omena (rafael.omena2@gmail.com)
II.                Título
 Farmacologia Antiviral
III.             Objetivos
Gerais:
Capacitar o aluno a desenvolver conhecimento sobre a pesquisa e a farmacologia dos fármacos antivirais.
Específicos:
Ao fim desta aula, os discentes deverão ser capazes de:
·         Compreender a estrutura básica dos vírus;
·         Entender como ocorre o processo de infecção;
·         Estudar o mecanismo de ação dos fármacos antivirais;

IV.                Desenvolvimento metodológico
1.      Conceitos
1.1.            O que é um vírus?
1.2.            Morfologia dos diferentes tipos de vírus.
1.3.            Processo infeccioso viral.
2.    Farmacologia Antiviral.
2.1.            Fármacos que agem no HIV.
2.1.1.      Inibidores nucleosídicos da Transcriptase Reversa;
2.1.2.      Inibidores não nucleosídicos da Transcriptase Reversa;
2.1.3.      Inibidores da Protease;
2.1.4.      Inibidores de Fusão;
2.1.5.      Inibidores da Integrase viral;
2.2.            Fármacos que agem no vírus da Influenza.
2.2.1.      Inibidores da neuroamidase viral;
2.2.2.      Inibidores da Proteína M2;
2.2.3.      Inibidores da Hemaglutinina;

V.             Recursos
·         Aula expositiva dialogada;
·         Quadro e pincel;
·         Projetor multimídia e slides em arquivo Power Point;
·         Uso de aplicativos móveis;
o   HIV vírus structure in 3D VR;
o   ZIKA virus structure in 3D VR;
VI.      Referências
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.; PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular, 7ª ed., Rio de Janeiro, Elsevier, 2012.
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.; KNOLLMANN, B. C.; As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman, 12ª ed., Porto Alegre, AMGH, 2014.
KATZUNG, B. G.; MASTERS, S. B.; TREVOR, A. J. Farmacologia Básica e Clínica, 12ª ed., Porto Alegre, AMGH, 2014.
RANG, H. P. et al. Farmacologia, 7ª ed., Rio de Janeiro, Elsevier, 2012.
SILVA, PENILDON. Farmacologia, 8ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2010.













[1] Google Drive. Disponível em: drive.google.com
[2] Google Classroom. Disponível em: classroom.google.com

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