Planos aulas com a utilização de Aplicativos para diferentes disciplinas.
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................................4
2 PLANOS DE AULA
2.1 Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia –
Jéssica Adriana Rocha da Silva........................................................................................................................................................5
2.2 Saúde
e Qualidade de Vida: Uma abordagem com Games - José Ricardo Lopes Ferreira..................................................................................................................................................8
2.3 As concepções de leitura e a construção
do sentido no texto - Leandro Marques de Melo......................................................................................................................................................10
2.4 Textos
e hipertextos na Era Digital - Keila Mendes dos Santos...................................................................................................................................................13
2.5 Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens,
Direito e Obrigações - Michele
Bulhões de Mendonça.............................................................................................................................................16
2.6 Era digital e
cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações - Weider Alberto Costa Santos...................................................................................................................................................19
2.7 Fases
clínicas do Trabalho de Parto - Cintia Bastos Ferreira...................................................21
2.8 Sistemas
de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) - Sivaldo Joaquim de Santana.................................................................................................................................................24
2.9 Características
e importância da obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a
Literatura Espanhola – Marciana Barros Correia de Souza.....................................................................................................................................................28
2.10 Construção de Autômatos Finitos não Determinísticos
- Alexandre Paes dos Santos...................................................................................................................................................31
2.11 Memórias e reflexões
da profissão docente - Raphaela Silva Nicacio de Oliveira.................................................................................................................................................34
2.12 Farmacologia
Antiviral
- Rafael
Jorge Melo de Omena.........................................................37
APRESENTAÇÃO
O planejamento de aula é fundamental para que
se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. Planejar utilizando as
Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação - TDIC envolve uma série de
elementos que vão desde a pesquisa, seleção e organização dos materiais até a
interação com os estudantes. Os discentes do Mestrado e Doutorado do
Programa de Pós-graduação em Educação do Centro de Educação da Universidade
Federal de Alagoas, na disciplina de Metodologia do Ensino Superior com TIC,
ministrada pelo Prof. Dr. Luís Paulo Leopoldo Mercado, desenvolveram diversos
planos de aulas utilizando dispositivos móveis contendo com base o livro: Apps
para dispositivos móveis: manual para professores, formadores e bibliotecários,
organizado por Ana Amélia Carvalho, publicado pelo Ministério da Educação de
Portugal em 2015, os planos de aulas possuem propostas para diferentes
disciplinas de diversos cursos de graduação como poderão comprovar no decorrer
da leitura.
O professor, ao planejar sua disciplina, estará consciente de
que está colaborando para a formação de um profissional competente e cidadão
corresponsável pela melhoria das condições de vida da sociedade. Com sua
disciplina está colaborando para a formação de jovens e investindo numa
formação com reflexos projetivos para os próximos 10, 15 ou 20 anos. Estamos
trabalhando para uma nova, presente e futura geração. (Masetto, 2003).
2
PLANOS DE
AULA
2.1 Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia –
Jéssica Adriana Rocha da Silva
JÉSSICA ADRIANA ROCHA DA SILVA
Bióloga licenciada pela Universidade
Federal de Alagoas
Atuação profissional: Professora de
Ciências e Biologia da educação básica
Aluna regular do mestrado em
Educação Brasileira pelo PPGE
I
– Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina:
BIOL062 – Didática do Ensino de Biologia 1
·
Carga
horária: 4 semanas (2 aulas por semana)
·
Curso:
Licenciatura em Ciências Biológicas
·
Período:
5º período/ 2017.2
II – Título da aula
Tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia.
III – Objetivos da aula
●
Conhecer e caracterizar as
tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia;
●
Discutir as possibilidades
e limites das tendências pedagógicas no Ensino de Ciências e Biologia;
●
Compreender
o conceito de transposição didática.
IV
– Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Teorias
da Aprendizagem. As tendências no Ensino de Ciências e Biologia dos anos 60 até
os dias atuais: contexto histórico. Tendências pedagógicas no Ensino de
Ciências e Biologia: Abordagem cognitivista; História e Filosofia da Ciência;
Experimentação; Abordagem construtivista; Ciência, Tecnologia, Sociedade (CTS)
e Ambiente; Espaços não-formais e Divulgação Científica; Tecnologias da
Informação e Comunicação (TIC). Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino
de Ciências e Biologia. Transposição didática.
V
– Desenvolvimento Metodológico
As
temáticas serão abordadas através da sala de aula invertida, onde os alunos
deverão individualmente e/ou aos pares pesquisar e explorar a bibliografia
recomendada, estando livres também para pesquisar nos periódicos, revistas
eletrônicas e vídeos. Esta etapa será sucedida de discussões em sala de aula
orientadas pelo professor, e deverá ocorrer de forma colaborativa, de modo a
esclarecer dúvidas e problematizar o tema. Se necessário, será utilizado
posteriormente o recurso da aula expositiva, caso fique alguma questão a ser
esclarecida, ou melhor, explorada. Terminadas as discussões, os alunos serão
divididos em grupos para elaboração de seminários temáticos que deverão ser
apresentados e discutidos pela turma.
VI
– Recursos
Deverão ser utilizados além dos textos eletrônicos e
vídeos, PowerPoint, Prezi (para elaboração das apresentações
dos seminários), os aplicativos: Powtoon
(ferramenta de elaboração de apresentações criativas) o StudyBlue (ferramenta para criação e compartilhamento de
flashcards). No Powtoon, as equipes
deverão elaborar vídeos que serão incorporados às apresentações, trazendo uma
sinopse de todo o conteúdo abordado, sendo posteriormente socializado através
de seu carregamento no YouTube, e no StudyBlue os alunos deverão
individualmente criar flashcards que
contenham o resumo das temáticas abordadas em todos os seminários, e
posteriormente serão compartilhados com toda a turma e o professor.
VII
– Avaliação
A avaliação se dará de forma
processual, com o objetivo na construção de conhecimentos, visando à
contemplação do desenvolvimento dos aprendentes no decorrer das atividades e
discussões propostas. Serão considerados os aspectos avaliativos referentes a
participação, frequência e o desempenho na realização nas atividades, bem como
as habilidades desenvolvidas. Serão realizados os seguintes trabalhos
avaliativos:
1. Discussões: Serão observados aspectos
referentes ao desempenho e participação do aluno, seguindo a lógica da sala de
aula invertida, todos deverão participar trazendo contribuições e
questionamentos aos conteúdos propostos.
2. Seminários: Serão realizados em grupos, os
alunos deverão expor os dados histórico-sócio-cultural das tendências
pedagógicas, trazendo aspectos práticos que dialogue com a realidade da sala de
aula nos dias atuais, problematizando a profissão docente e seus desafios;
3. Produção
de vídeos através do Powtoon: deverá ser realizado
em grupo, os alunos deverão explorar o aplicativo e dominar as ferramentas
básicas para elaboração da atividade. E ao final, a produção deverá ser
socializada no YouTube.
4. Elaboração de flascards através
do StudyBlue: os alunos deverão
explorar o aplicativo, de maneira a dominar as ferramentas básicas para a
elaboração da atividade. Será desenvolvida individualmente ao longo das
discussões e apresentações dos seminários pelos grupos, em um total de no
mínimo um flashcard por tema. Ao fim,
deverá ser socializado com os demais alunos e professor.
VIII
– Bibliografia
ALMEIDA, G. P. Transposição didática por onde começar. São Paulo: Cortez, 2007.
CACHAPUZ, A. A necessária renovação do ensino de ciências. São Paulo: Cortez,
2005.
CANDAU, V. Construir Ecossistemas
Educativos – Reinventar a Escola. In CANDAU, V. Reinventar a Escola. p. 11-46. Petrópolis: Vozes, 2000.
CHEVALLARD, Y. La Transposición Didáctica: del saber sabio al saber enseñado.,
Argentina: Aique, 1991.
GIL PEREZ, D. Contribución de la
Historia y de la Filosofia de las Ciencias al desarrollode un modelo de
enseñanza/aprendizaje como investigación.
Enseñanza de las Ciencias, v.11, nº 2, p. 197 – 212, 1993.
MARANDINO, M.; FERREIRA, M. S.;
AMORIM, A. C. (Org.). Ensino de
Biologia: conhecimentos e valores em disputa. Niterói: Eduff, 2005.
____________. Ensino de Biologia: Histórias e práticas em diferentes espaços
educativos. São Paulo: Cortez, 2009.
MOREIRA, M. A. Teorias da Aprendizagem. São Paulo: EPU, 1999.
2.2 Saúde e Qualidade de Vida: Uma
abordagem com Games - José Ricardo Lopes Ferreira
JOSÉ RICARDO LOPES FERREIRA
Licenciado em Educação Física pela
Universidade Federal de Alagoas
Professor de Educação Básica
Aluno do Mestrado do Programa de Pós-Graduação
em Educação PPGE-UFAL
Bolsista Capes (Mestrado)
I
- Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina:
Educação Física e Promoção à Saúde
·
Carga
horária: 2 aulas (100 minutos)
·
Curso:
Licenciatura em Educação Física
·
Período:
4º período/ 2017.2
·
Docente:
José Ricardo Lopes Ferreira
II – Título da aula
Saúde e Qualidade de Vida: Uma
abordagem com Games.
III –
Objetivos da aula
Geral:
Promover a articulação entre os conteúdos de Saúde e Qualidade de Vida, com a
utilização das TICS no processo de ensino aprendizagem na Educação Básica a partir
da utilização do game com uso do aplicativo Kahoot!
Específicos:
Conceitual: Conhecer as potencialidades da
utilização games (quizz) no processo de ensino aprendizagem.
Procedimental: Promover a vivência da utilização
do game (quizz) para abordar o conteúdo de Saúde e Qualidade de Vida.
Atitudinal: Estimular o uso das TIC’s no
processo educacional através da utilização de games.
IV
- Conhecimentos Prévios: Conceitos
Básicos sobre: Saúde, Doença e Qualidade de Vida; Distinção entre Atividade
Física e Exercício Físico; Aptidão Física e suas Variáveis relacionadas à saúde
e ao desempenho desportivo; Carta de Ottawa (OMS, 1986).
V
- Desenvolvimento Metodológico:
1º
Momento: Expor os
objetivos da aula, explicando as potencialidades dos usos dos games na Educação
Básica; Exibir dois vídeos que abordam o conteúdo trabalhado na primeira
unidade da disciplina (Saúde e Qualidade de Vida) disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=q0YLMdWMnhM e https://www.youtube.com/watch?v=rh3gBleMejQ&t=11s
2º
Momento: Explicar
a funcionalidade do aplicativo Kahoot!. Solicitar que todos instalem o app em
seus smartphones. Dividir a turma em cinco grupos para que o jogo seja
executado no modo “Team”.
3º
Momento: Cada um
dos cinco grupos do game irá produzir um quizz no Kahoot com os conteúdos de
Saúde e Qualidade de vida, produzido também um vídeo de 5 minutos para
fundamentar o quiz, para ser jogado na aula seguinte.
VI
- Avaliação:
A avaliação será processual e nessa etapa os alunos serão avaliados com base na
participação e na desenvoltura durante o game, e na produção dos games por cada
grupo.
VII
- Recursos:
Data show, Notebook, smartphones, app Kahoot! e acesso à Banda Larga em
Wireless.
VIII
- Bibliografia:
Carta de Ottawa.
In: 1ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde. Ottawa, Canadá; 1986
GUEDES, D. e GUEDES, J. Manual da Prático para Avaliação em
Educação Física.1a. ed. Barueri. São Paulo: Editora Manole, 2006. 484p
2.3
As concepções
de leitura e a construção do sentido no texto - Leandro Marques de Melo
LEANDRO MARQUES DE MELO
Licenciado
em Letras Português/Inglês (Uneal)
Professor
de Língua Portuguesa na Educação Básica
Aluno
regular do Mestrado em Educação Brasileira pelo PPGE-UFAL
I
– Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina:
Leitura e Produção de Textos em Língua Portuguesa
·
Carga
horária: 80h (02 aulas semanais)
·
Curso:
Licenciatura em Letras
·
Período:
1º período/ 2017.2
·
Docente:
Leandro Marques de Melo
II – Título da aula
As concepções de leitura e a construção do sentido no
texto
III – Objetivos da aula
●
Conhecer as três concepções
de leituras chamadas bottom-up, top-down e sociointeracionista;
●
Caracterizar a leitura
bottom-up, top-down e sociointeracionista;
●
Discutir a produção do
sentido de um texto através da metáfora dos espelhos de Leffa (1996)
IV
– Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Conceito
de leitura e decodificação textual. O texto como unidade básica da produção
escriturística, fonte de leitura e interpretação: em que consiste a compreensão
de um texto; algumas estratégias de compreensão. Leitura corrida. Leitura
poética. Leitura de reflexão.
V
– Desenvolvimento Metodológico
Considerando
os conhecimentos previamente adquiridos pelos estudantes, serão apresentadas as
três concepções de leituras aqui propostas, e aplicando a metodologia da sala
de aula invertida, seguiremos os seguintes passos:
1)
Os
estudantes serão divididos em três grupos cada um ficando com uma concepção de
leitura: Gr01Concepção bottom-up; Gr02 Concepção top-down; Gr03 Concepção
sociointeracionista.
2) Cada
grupo deverá consultar a bibliografia recomendada, fazendo também pesquisas
eletrônicas, e discutir entre os membros os elementos, características e
limites de cada corrente de leitura, em ambiente on line, e postar no Youtube uma pequena exposição de seu tópico
através de videoconferência pelo Google Hangouts para apreciação dos demais.
3)
Realização
videoconferência com o professor usando o Google
hangout on Air, para abordagem do que
foi postado e discutido pelos estudantes.
VI
– Recursos
Utilizaremos os textos recomendados na bibliografia para
estudo e consulta. Usaremos o aplicativo Google Hangouts, para as discussões
dos grupos e para realização da vídeo conferências ao vivo ou não através do
Youtube. O Google Hangouts servirá para
os estudantes trocarem entre si mensagens de texto, partilhar arquivo, e fazer vídeo
chamadas, usando o computador ou smartphone. Para tanto precisarão ter uma
conta no Google, podendo usar também o Gmail, através do qual se faz a
sincronização automática dos hangouts tanto no computador, quanto no smartphone
ou tablete.
VII
– Avaliação
A avaliação dar-se-á de forma
continuada, observando a interação e participação dos estudantes nas atividades
propostas. Como mecanismo de acompanhamento por parte do professor a avaliação
será feita em dois momentos:
1) Cada grupo fará uma videoconferência sobre a concepção de
leitura que estudou, fazendo assim uma breve exposição que deve ser transmitida
no Youtube para acesso posterior de todos os estudantes.
2) Videoconferência ao vivo, no momento marcado, presidida pelo
professor relacionando as três abordagens feitas e aberta para a participação e
intervenção da turma por meio do Google Hangouts.
VIII – Bibliografia
DURAN, Guilherme Rocha. As concepções de leitura e a
produção do sentido no texto. Revista
Prolíngua. João Pessoa, Brasil.
Volume 02/Nº02. Jul/Dez 2009, p. 1-14. Editora UFPB. Disponível em: http://www.okara.ufpb.br/ojs/index.php/prolingua/article/viewFile/13427/7623
LEFFA, J. Aspectos da leitura: uma
perspectiva psicolingüística. Porto Alegre: 1996. MENEGASSI R. J. ANGELO, C. M.
P. Conceitos de Leitura. IN. MENEGASSI, R. J. Leitura e Ensino. Maringá: Eduem, 2005.
KOCH, Ingedore V.; ELIAS, Vanda M. Ler e compreender os sentidos do texto.
São Paulo: contexto, 2006.
2.4 Textos e hipertextos na Era Digital - Keila
Mendes dos Santos
KEILA MENDES DOS SANTOS
Docente do curso de Letras Inglês da
UNEB, Campus VI, Caetité.
Mestre em Letras: cultura, educação
e linguagens pela UESB.
Doutoranda em Educação pela UFAL.
I - Identificação
·
Universidade:
Universidade do Estado da Bahia
·
Disciplina:
Novas Tecnologias e Educação a Distância no Ensino de Língua e Literaturas
Inglesas
·
Carga
horária: 60h
·
Cursos:
Letras língua inglesa e literaturas
·
Período:
VII semestre
·
Docente:
Prof. Me. Keila Mendes dos Santos
II - Tema da aula
·
Textos
e hipertextos na Era Digital
III – Objetivos
·
Discutir
características da leitura e escrita no contexto digital e suas
particularidades;
·
Analisar
conceitos de textos e hipertextos;
·
Conhecer
e utilizar ferramentas que proporcionem a escrita de hipertextos e textos
interativos;
·
Elaborar
um texto com o aplicativo active texbook;
·
Criar
uma nuvem de palavras com o aplicativo Tagxedo.
IV - Conhecimentos prévios do aluno
Educação, Sociedade e TIC; Cultura digital: o que é e quais
suas implicações para a educação?; EAD percurso histórico, conceitos e
modalidades; TIC na Escola (inclusão; exclusão; letramento e alfabetização
digital).
V - Desenvolvimento metodológico
A temática da aula será abordada em três momentos distintos:
1º momento – No primeiro momento os estudantes
irão fazer a leitura dos textos mencionados na bibliografia e debaterem sobre
os mesmos no fórum online disponível
no AVA da disciplina. Neste momento, poderão ser levantadas questões referentes
aos conceitos de textos e hipertextos, quais as principais mudanças no contexto
digital; linguagem da internet e linguagem informal e outros aspectos que os
estudantes julgarem relevantes.
2º momento - Neste segundo momento, após leitura
e discussão, os estudantes irão elaborar um texto síntese fundamentado na
referência bibliográfica fornecida, contendo, no máximo, duas laudas
contemplando os principais aspectos observados ao longo das leituras e
discussões.
3º momento - Após terminarem a escrita dos textos
os estudantes irão edita-los, atribuindo características hipertextuais e
interativas, utilizando o aplicativo active
textbook. Trata-se de um aplicativo que permite a edição de textos
inserindo links, vídeos, imagens e áudio, possibilitando textos dinâmicos com
uma variedade de informações. Ainda neste segundo momento os estudantes irão
produzir uma nuvem de palavras com os principais conceitos presentes nas
leituras feitas, sintetizando as ideias centrais. Para esta atividade será
utilizado o aplicativo Tagxedo que
permite a criação de nuvens de palavras interativas. Após os processos de
criação e edição, os textos serão socializados com os colegas em momento
presencial.
VI - Recursos
-Textos eletrônicos e físicos;
-Computador/notebook com acesso à internet;
-AVA;
-Aplicativos active
texbooks e tagxedo.
VII - Avaliação
A avaliação será processual e ocorrerá ao longo da
realização de todas as atividades propostas, levando em consideração a
participação ativa dos estudantes, a qualidade das atividades produzidas,
observando, também, os recursos disponíveis para utilização em cada aplicativo
e como estes foram explorados na execução das atividades. Desta forma, os
estudantes serão avaliados em três etapas:
-Participação nos fóruns de discussão;
-Elaboração do resumo e edição com o active texbook;
- Elaboração da nuvem de palavras com o Tagxedo sintetizando os principais conceitos dos textos.
VII - Bibliografia
BARTON, D.; LEE, C. Linguagem
online: textos e práticas digitais. 1ed.São Paulo: Parábola, 2015
MARCUSCHI, L. A. O hipertexto com um novo espaço de escrita
em sala de aula. Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001 (79-111)
RIBEIRO, A. E. Seis clichês e uma sugestão sobre leitura na
web. Linguagem em
(Dis)curso, Palhoça, SC, v. 9, n. 3, p. 585-602, set./dez. 2009
Links de acesso para os aplicativos
2.5 Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens,
Direito e Obrigações - Michele
Bulhões de Mendonça
MICHELE
BULHÕES DE MENDONÇA
Bacharel em Ciências Contábeis pelo Centro de
Estudo Superiores de Maceió – CESMAC e Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas
– FCSA.
Atuação profissional: Professora de Ciências
Contábeis pelas modalidades presenciais e Educação a Distância - EaD.
Aluna Especial do Mestrado em Educação
Brasileira pelo PPGE.
I – Identificação
·
IES: Faculdade de Economia,
Administração e Contabilidade – FEAC/UFAL
·
Disciplina:
Contabilidade Geral
·
Carga
horária: 4 semanas (2 aulas por semana)
·
Curso: Contabilidade
·
Período:
1º período/ 2017.2
·
Docente:
Michele Bulhões de Mendonça - michelebulhoes@hotmail.com
II – Título da aula
● Dinâmica Patrimonial – Patrimônio, Bens,
Direito e Obrigações.
III – Objetivos da aula
● Introduzir o conceito de Balanço Patrimonial;
● Conceituar os principais elementos que compõem
o Balanço Patrimonial;
● Analisar os reflexos e interpretar os
resultados gerados no Balanço Patrimonial.
IV –
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
A contabilidade e suas ferramentas como suporte
de decisão no processo de gestão das organizações. Abordagem dos conceitos e
função da contabilidade; quem são seus usuários (internos e externos). A
importância do Patrimônio; seus métodos e regimes. Princípio Contábeis. Fatos
Contábeis. Demonstrações Contábeis: abordagem sobre Patrimônio, estrutura de
capitais para este patrimônio e as contas patrimoniais e de resultados; Tecnologias da Informação e
Comunicação (TIC).
V –
Desenvolvimento Metodológico
● Aula expositiva através de data show (slides), em sala de aula,
conforme conteúdo programado;
● Momento
de interação com os alunos em sala;
● Realização de exercícios de fixação com os alunos em sala de aula.
VI –
Recursos
A disciplina se dará na modalidade presencial,
com aulas expositivas através de data show (Slides). Será utilizado o Google Drive/Google Sala de Aula – ferramenta
para a sala e extra-sala de aula. Este recurso tecnológico é uma ferramenta didática
que ajuda o docente a ensinar melhor, e enriquecer o seu planejamento de uma
aula ou suas atividades. Além disso, é um conjunto de ferramentas,
acessíveis a qualquer detentor de uma conta do Google. Dentro deste espaço das
Tecnologias de Informação e Comunicação – TIC, utilizamos o Google Drive/Google Sala de Aula, como
forma de avaliação e interação complementar da sala de aula presencial, onde
foi criado uma turma on-line pela docente com todos os alunos participantes (alunos).
Onde os alunos poderão realizar postagens de dúvidas e trabalhos, através da
percepção da interação e interesses dos mesmos. Os conteúdos das aulas, bem
como todos os materiais de estudos complementares ficarão disponíveis no
endereço eletrônico: https://classroom.google.com/o/NjYzNDUwNzA5N1pa.
Cada aluno deverá acessar o endereço
eletrônico, e postar suas atividades, na pasta da turma, que fica do lado
esquerdo da página, até o dia 31/10/2017.
Todos os trabalhos são individuais e deverão ser enviados na versão em pdf,
assim como a construção do Mapa
Conceitual (ferramenta de organização e representações de ideias através de
estrutura gráfica), que deverá abordar o conteúdo do livro do tema 04 –
Demonstrações contábeis e operações envolvendo o ativo não circulante.
VII –
Avaliação
As avaliações serão processuais, com
observações realizadas durante as aulas, considerando o nível de participação
nas discussões e interação dos discentes. Serão considerados os aspectos
avaliativos referentes a participação e interação dos alunos, tais como,
frequência e desempenho na realização nas atividades e suas postagens no
endereço eletrônico da turma, bem como as habilidades desenvolvidas de suas
atividades
VIII – Bibliografia
ÁVILA, Carlos Alberto de. Contabilidade Básica. ed. Curitiba: Editora do Livro Técnico, 2011.
IUDÍCIBUS, Sérgio de et. al. Contabilidade Introdutória. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
MARION, Jose Carlos. Contabilidade Básica, 7ª ed. – São Paulo: Atlas, 2014.
MOURA, Ribeiro Osni. Contabilidade Básica. 24ª. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2013.
SÁ, Antônio Lopes de. Plano de Contas, 11ª ed. – São Paulo: Atlas, 2012.
SILVIA, Cesar Augusto Tibúrcio. Contabilidade
Básica. 4.ed. -3.reimp. – São Paulo: Atlas, 2015.
RIBEIRO. Osni Moura. Contabilidade
Básica Fácil. São Paulo. Editora Saraiva. 2012.
2.6 Era digital e cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações -
Weider Alberto Costa Santos
WEIDER ALBERTO COSTA SANTOS
Administrador, pedagogo e professor
de sociologia (Pré-ENEM)
Especialista em Marketing pelo
CESMAC
MBA (Master of Businnes Administration) em Marketing pela FGV-RJ
Mestrando em Educação pela UFAL
(PPGE-CEDU-UFAL)
Pesquisador na área de TIC's
(Ensino híbrido: sala de aula invertida)
Diretor do Sistema Dinamus de
Ensino
Vice-diretor do Grupo Dinâmico de
Ensino
I – Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina:
PEDL005 – Educação e novas tecnologias da informação e da comunicação
·
Carga
horária: 80 horas (60T/20P)
·
Curso:
Pedagogia
·
Período:
1º período/ 2017.2
II – Título da aula
Era digital e cibercultura: reflexos conjunturais sobre as interações.
III – Objetivos da aula
●
Refletir sobre o conceito de cibercultura
em Pierre Lévy;
●
Descrever as categorias centrais trazidas
por Lévy sobre o virtual e o humano;
●
Debater os impactos e mudanças do
ciberespaço para a comunidade estudantil.
IV –
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Abordagem
sobre educação na era digital. A escola frente às demandas da modernidade
líquida. O ciberespaço. A ideia de técnica e técnicas na era digital. O que a
escola tem a oferecer aos educandos imersos na rede (internet)?
V –
Desenvolvimento Metodológico
Disponibilizar
o texto em PDF no AVA da IES e/ou no grupo do WhatsApp® da turma. Publicar, no AVA e/ou no grupo do WhatsApp®, a sequência didática com as
questões iniciais para a discussão em sala de aula presencial, antes do
encontro presencial. Discutir os aspectos primordiais do texto em sala de aula,
entregar o resumo sobre os impactos e mudanças do ciberespaço para os
educadores da escola hoje. Confeccionar e publicar a apresentação em slide dos aspectos
levantados e discutidos em sala de aula presencial.
VI –
Recursos
Utilizaremos o Google Drive como
recurso chave para a elaboração e socialização desta primeira aula com os
estudantes do curso de Pedagogia. Tanto para o registro do resumo textual quanto
para a apresentação em slides.
VII –
Avaliação
A avaliação será
processual, valorizando as atividades realizadas nos momentos presenciais e a
distância, envolvendo sistematização e organização prévia das tarefas. Os
graduandos terão, constantemente, avaliadas às suas produções textuais seguindo
o esquema de:
1. Produção de textos científicos com base
nas leituras indicativas da disciplina;
2. Avaliação das produções disponíveis
online dos blogs da turma;
3. Apresentação dos resultados, impactos e
mudanças em consequência da experiência proporcionada pela disciplina.
VIII –
Bibliografia
LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: ed.34, 1999.
MASETTO, Marcos; MORAN, José e
BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e
mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.
MERCADO, Luís P. Tendências na utilização das tecnologias da
informação e comunicação na educação. Maceió: Edufal, 2004.
TV UFBA conecta. André Lemos discute
internet, cibercultura e sociabilidade. TV UFBA, Bahia: YouTube, 26 de mai
2015. Vídeo online (13min07seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=D4x5tIiWGpA>. Acessado em: 18 set 2017.
Roda Viva - cibercultura e
inteligência coletiva. Pierre Lévy, 2001. Canal Roda Viva: YouTube, 27 de mar
2016. Vídeo online (1h30min10seg). Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=DzfKr2nUj8k>. Acessado em 18 de set
2017.
2.7 Fases clínicas do Trabalho de Parto - Cintia Bastos Ferreira
CINTIA BASTOS FERREIRA
Enfermeira. Mestre em Ensino na Saúde pela UFAL.
Docente do Curso de Graduação em Enfermagem da
UFAL, Campus Arapiraca)
Doutoranda em Educação pela UFAL.
I – Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
·
Disciplina:
Saúde Materno Infantil
·
Carga
horária: Dez horas-aula (segunda-feira e quarta-feira)
·
Curso:
Enfermagem
·
Período: 1º período/ 2017.2
·
Docente: Cintia
Bastos Ferreira
II – Título da aula
Fases clínicas do Trabalho de Parto.
III - Objetivos da aula
Ao final da aula os estudantes deverão ser capazes de:
·
Identificar
os fatores determinantes para o início do trabalho de parto;
·
Reconhecer
os sinais de verdadeiro trabalho de parto;
·
Descrever
as quatro fases clínicas do trabalho de parto;
·
Identificar
as características das fases clínicas do trabalho de parto em primíparas e
multíparas;
·
Reconhecer
as estruturas fisiológicas da placenta e dos anexos;
·
Planejar
ações para a assistir a mulher em trabalho de parto.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Modificações gravídicas; Anatomia obstétrica;
Estruturas anatômicas do bebê; Mecanismo de parto.
V –
Desenvolvimento Metodológico
A aprendizagem baseada em problemas (ABP) será a
metodologia de ensino-aprendizagem empregada para abordagem teórica do
conteúdo. A turma será dividida em subgrupos de até 8 estudantes e cada
subgrupo abrirá o conteúdo na quarta feira e fechará na segunda subsequente.
Nesta perspectiva, o professor atua como tutor, facilitador do processo de
aprendizagem e o estudante assume papel ativo. A cada rodada tutorial, o
subgrupo elege um relator (para anotar e sintetizar toda a discussão) e um
coordenador (para controlar o tempo, estimular a participação de todos e garantir
que os objetivos da aula sejam trabalhados).
Na sessão de abertura da ABP, de quarta-feira pela manhã, a discussão acontece partindo dos conhecimentos prévios dos estudantes, sob a tutoria do docente. O tutor trará como disparadores de aprendizagem, uma situação problema contendo um caso baseado na realidade e uma simulação em laboratório, que possibilite a observação e assistência de uma mulher vivenciando o trabalho de parto, com a utilização de ferramentas da realidade aumentada, usando objetos virtuais em ambiente real a partir do aplicativo Aurasma. Aqui, partindo de tais disparadores, devem ser formuladas hipóteses de solução e retiram-se algumas questões de aprendizagem, com a finalidade de atingir os objetivos pré-definidos.
Num segundo momento, os estudantes serão estimulados a fazerem as buscas e estudos individuais e responderem às questões de aprendizagem com fundamentação teórica. Enquanto estiverem fazendo este estudo individual, os estudantes devem participar de interações a distância, nas quais, devem colaborar na construção de textos coletivos iniciados pelo tutor, no Google Drive e participar de discussões via whatsapp sobre o conteúdo.
Na sessão de fechamento da ABP, na segunda-feira pela manhã, os estudantes voltam para seus subgrupos para a socialização dos estudos e das produções e o tutor vai mediar toda a discussão fundamentada, para garantir que os objetivos do tutorial sejam atingidos.
Após o fechamento do conteúdo, os estudantes devem: Finalizar a construção do texto coletivo no google drive e alimentarem o portfólio digital sobre o conteúdo de fases clínicas do trabalho de parto.
Na sessão de abertura da ABP, de quarta-feira pela manhã, a discussão acontece partindo dos conhecimentos prévios dos estudantes, sob a tutoria do docente. O tutor trará como disparadores de aprendizagem, uma situação problema contendo um caso baseado na realidade e uma simulação em laboratório, que possibilite a observação e assistência de uma mulher vivenciando o trabalho de parto, com a utilização de ferramentas da realidade aumentada, usando objetos virtuais em ambiente real a partir do aplicativo Aurasma. Aqui, partindo de tais disparadores, devem ser formuladas hipóteses de solução e retiram-se algumas questões de aprendizagem, com a finalidade de atingir os objetivos pré-definidos.
Num segundo momento, os estudantes serão estimulados a fazerem as buscas e estudos individuais e responderem às questões de aprendizagem com fundamentação teórica. Enquanto estiverem fazendo este estudo individual, os estudantes devem participar de interações a distância, nas quais, devem colaborar na construção de textos coletivos iniciados pelo tutor, no Google Drive e participar de discussões via whatsapp sobre o conteúdo.
Na sessão de fechamento da ABP, na segunda-feira pela manhã, os estudantes voltam para seus subgrupos para a socialização dos estudos e das produções e o tutor vai mediar toda a discussão fundamentada, para garantir que os objetivos do tutorial sejam atingidos.
Após o fechamento do conteúdo, os estudantes devem: Finalizar a construção do texto coletivo no google drive e alimentarem o portfólio digital sobre o conteúdo de fases clínicas do trabalho de parto.
VI –
Recursos
·
Situação
problema;
·
Aurasma
Studio App;
·
Google
Drive;
·
Whatsapp.
VII – Avaliação
Como planejado para todo o módulo, a avaliação
da aula de fases clínicas do trabalho de parto, será contínua, respeitando o
caráter constante do processo de aprendizagem. Para tanto, serão avaliados:
·
Frequência,
pontualidade e participação nos encontros presenciais dos grupos tutoriais;
·
Participação
nas interações via whatsapp;
·
Acompanhamento
da construção do portfólio digital individual, no formato de weblog;
·
Acompanhamento
da participação de cada estudante na construção do texto coletivo.
VIII –
Bibliografia
NEME, B. Obstetrícia básica. São Paulo, Sarvier,
2005.
REZENDE, J. Obstetrícia. 12ª ed., Guanabara
Koogan, 2008.
RICCI, S. Enfermagem Materno-Neonatal e Saúde da
Mulher. Guanabara Koogan, 2008.
ZUGAIB, M. Obstetrícia. 1ª ed.,Baurueri, SP. Manole,
2008.
2.8 Sistemas
de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) - Sivaldo Joaquim de Santana
SIVALDO JOAQUIM DE SANTANA
Bacharel em Informática/Análise de Sistemas.
Mestre em Informática (IC/UFAL).
Aluno especial do doutorado em Educação (CEDU/UFAL).
I – Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina:
Banco de Dados I
·
Carga
horária: 80h.
·
Curso:
Bacharelado em Sistemas de Informação
·
Período:
5º semestre – 2017.2
·
Docente:
Prof. Me. Sivaldo Joaquim de Santana
II – Título da aula
Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados
(SGBD).
III – Objetivos da aula
● Conhecer os principais SGDB utilizados no
mercado atual;
● Analisar os diferentes tipos de SGBD;
● Conhecer a estrutura de um SGBD;
● Identificar as funções de um SGBD;
● Identificar as vantagens e desvantagens de um
SGB.
IV – Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Introdução aos sistemas de banco de dados e o
modelo conceitual. Conceitos e arquiteturas do sistema de banco de dados.
Modelo relacional: conceitos básicos e restrições de integridade. Modelo
Entidade-Relacionamento - MER. Projeto de Banco de dados relacionais.
V – Desenvolvimento Metodológico
A temática
abordada nesta aula será desenvolvida por meio de pesquisa em grupo. Para isso,
a priori, apresentaremos à temática, os objetivos e uma breve revisão dos
conteúdos previamente trabalhos nas últimas aulas. Na sequência, serão
realizadas as etapas:
Etapa 1: Formação das equipes – Nesta primeira etapa, serão formadas as equipes com no mínimo 2 e no
máximo 5 estudantes.
Etapa 2: Escolha de um líder – Na segunda etapa, os membros de cada grupo deverão escolher um membro
como líder da equipe. O líder será o responsável por criar um documento no
Google Drive e compartilhar com os demais membros da equipe.
Etapa 3: Pesquisa em grupo – Em seguida, a equipe deverá: (1) executar uma pesquisa utilizando
dispositivos móveis (smartphone ou tablet) sobre os Sistemas de
Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD); (2) realizar uma leitura a respeito da
temática; e (3) escrever/editar o documento no Google Drive de forma
colaborativa, contendo a seguinte estrutura:
- Título da pesquisa;
- Nomes dos membros da equipe (em ordem
alfabética);
- Resumo (uma breve contextualização com no
mínimo 100 e no máximo 150 palavras);
- Desenvolvimento (abordando os principais
SGBD utilizados no mercado atualmente, seus tipos, estrutura, funções, as
vantagens e desvantagens);
- Considerações finais;
- Referências.
O Google
Drive[1]
é um serviço de armazenamento de arquivos na nuvem gratuito. Por meio dele, o
usuário pode acessar seus arquivos armazenados no Drive utilizando qualquer
dispositivo (smartphone, tablet ou computador) a qualquer hora,
em qualquer lugar. Além disso, permite compartilhar arquivos e pastas com
outras pessoas para visualizar, fazer download e editar qualquer documento.
Etapa 4: Compartilhamento e discussão – Nesta última etapa, o líder da equipe deverá acessar a plataforma
Google Classroom e compartilhar o documento criado no Google Drive com os
membros de todas as equipes. Além disso, os estudantes deverão acessar o Google
Classroom, responder uma lista de exercícios individualmente e
resolver/discutir uma situação-problema proposta pelo professor através da
plataforma.
A
plataforma Google Classroom[2] (Google Sala de Aula) foi desenvolvida com a
participação de professores e alunos para facilitar a comunicação da turma,
acompanhar o progresso dos alunos e permitir que professores e alunos atinjam
melhores resultados. A ferramenta permite aos professores: criar turma com apenas
alguns cliques, adicionar alunos através de um código de turma ou
adicionando-os diretamente, criar tarefas e enviar uma cópia para cada aluno e
realizar o acompanhamento das tarefas executadas pelos estudantes. Para os
alunos, a plataforma disponibiliza tudo em um só lugar. O estudante pode
participar de uma turma com apenas um clique, iniciar um conversa em particular
com o professor ou fazer perguntas para toda a turma, enviar tarefas, anexar
documentos, arquivos do Google Drive ou links
de forma colaborativa e instantânea.
VI – Recursos
● Notebook;
● Datashow;
● Smartphone;
● Tablet;
● Conexão Wi-Fi (banda larga);
● Google Drive;
● Google Classroom (Google Sala de Aula).
VII – Avaliação
A
avaliação será processual, visando valorizar o caminho trilhado pelos estudantes
no processo de construção do conhecimento. Diante disto, serão computadas as
seguintes atividades:
● participação ativa na aula;
● trabalho colaborativo no desenvolvimento da
pesquisa e na construção do documento no Google Drive;
● realização da lista de exercícios proposto na
plataforma Google Classroom;
● resolução e discussão da situação-problema
através do Google Classroom
VIII – Bibliografia
HEUSER, Carlos A. Projeto de Banco de Dados. 6ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2009.
MACHADO, Felipe N. Rodrigues. Projeto e implementação de Banco de Dados.
3ª ed. São Paulo: Érica, 2014.
RAMAKRISHNAN, R.; GEHRKE, J. Sistemas de Gerenciamento de Bancos de
Dados. 3ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2008.
SILBERSCHATZ, Avi; KORTH, Henry F.; Sudarshan,
S. Sistema de Banco de Dados. 6ª ed.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
2.9 Características e importância da
obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a Literatura Espanhola
– Marciana Barros Correia de Souza
MARCIANA BARROS CORREIA DE SOUZA
Licenciada em Letras Português/Espanhol (Ufal)
Especialista em Inspeção Escolar (CESMAC)
Atuação profissional: Técnica em assuntos
educacionais
Aluna especial do Mestrado em Educação
Brasileira pelo PPGE-UFAL
I –Identificação
IES: Universidade XYZ
Disciplina: LITES2 – Literatura Espanhola II
Carga horária: 60 horas
Curso: Letras
Período: 3º período/ 2017.2
Docente: Marciana Barros Correia de Souza - marcianabcorreia@gmail.com
II – Título da aula
Características e importância da
obra medieval La Celestina – de Fernando de Rojas – para a Literatura
Espanhola.
III - Objetivos da aula
● Compreender as principais
características da obra La Celestina;
● Refletir
a relevância da obra e sua articulação com áreas afins do conhecimento,
contextualizando-a frente às questões sócio-culturais e políticas locais e
globais;
● Discutir a evolução das
questões envolvendo preconceito e gênero, personificadas nas figuras de
Celestina, Melibea, Alisa, Lucrecia, Areúsa e Elicia.
IV - Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o
estudante.
●
Fontes Literárias e
gênero da obra;
●
Características da obra;
●
Influências e êxito posteriores;
●
Comédia Humanística.
V – Desenvolvimento metodológico
O desenvolvimento das atividades da
aula dar-se-á com a compreensão preliminar da temática a partir da leitura
individual e análise crítica da obra literária, visualização do filme La
Celestina, além de textos indicados. Durante o período destinado à leitura
serão utilizadas fichas de acompanhamento, disponibilizadas em formulários do
Google Drive e posteriormente postadas no Google Classroom.
A aula será subdividida em dois
momentos. O primeiro, na modalidade presencial, com debate acerca das questões
que envolvem aspectos da obra. No segundo momento haverá a subdivisão dos
grupos para sistematização das leituras e discussões por meio da criação de
mapas mentais com o aplicativo Text2Mindmap. Esses mapas mentais trarão
informações detalhadas sobre a Obra La Celestina - Características das
personagens, sociedade (contexto social medieval/valores/antivalores), cultura,
tempo (cronológico e histórico).
Serão criadas apresentações por meio da
ferramenta Apresentações do Google Drive com ativação do recurso interativo de
perguntas e respostas. Objetivando socializar os conhecimentos adquiridos, as
produções serão postadas no blog da turma. Após estes momentos haverá a
aplicação de um quiz por meio de Formulário do Google Drive e apresentação de
slides, agendados para uma aula virtual, também realizada no Google Classroom.
VI - Recursos
As atividades
desenvolvidas terão como suporte a utilização do Google ClassRoom, blog da
turma, com conteúdo e links de portais ou sites para complementação e
enriquecimento da aula. O Google Drive será utilizado para elaboração e
gerenciamento de documentos, dentre eles a ferramenta de criação de slides e o
mecanismo de interação de perguntas e repostas.
VII - Avaliação
A avaliação será diagnóstica, formativa e somativa. Os estudantes serão avaliados individual e coletivamente,
em aspectos como:
- Atitudes
(postura ética, participação, assiduidade, pontualidade, responsabilidade
(Cumprimento de tarefas e prazos), colaboração e cooperação. Durante o trabalho
em grupo serão observadas a integração, contribuição e troca de experiências.
Os instrumentos de avaliação utilizados serão:
● trabalho em grupo, no qual cada
equipe responsabilizar-se-á por alguma atividade a ser postada no blog da
turma.
● produção de fichas de leitura e
resenha da obra estudada como instrumento de acompanhamento e avaliação
contínua.
● aplicação de um quiz por meio de
Formulário do Google Drive agendado para uma aula virtual, realizada no Google
Classroom.
● elaboração de apresentação interativa,
utilizando a ferramenta de apresentações do Google Drive.
VII - Bibliografia
CARVALHO, Ana Amélia (Org.). Apps para dispositivos móveis: manual
para professores, formadores e bibliotecários. Portugal: 2015: Ministério da
Educação de Portugal. Disponível em: <http://erte.dge.mec.pt/sites/default/files/Recursos/Estudos/apps_dispositivos_moveis2016.pdf >Acesso em 10 set. 2017.
CORREIA,
M. C. B. Representação da mulher
medieval na obra La Celestina, de Fernando de Rojas. Orientador: Joyce
Rodrigues Ferraz Infante.2003.
LA
CELESTINA. Disponível em:<http://lenguayliteratura.org/proyectoaula/la-celestina/>.
Acesso em: 10 set. 2017.
ROJAS,
Fernando de. La Celestina. Madrid:
Espasa-Calpe, 1989.
2.10
Construção de
Autômatos Finitos não Determinísticos - Alexandre Paes dos Santos
ALEXANDRE PAES DOS SANTOS
Mestre
em Modelagem Computacional do Conhecimento pela Universidade Federal de Alagoas
Atuação
profissional: Professor do Campus Arapiraca da Universidade Federal de Alagoas
Aluno
especial do doutorado em Educação Brasileira pelo PPGE
I
– Identificação
·
IES:
Universidade Federal de Alagoas – Campus Arapiraca
·
Disciplina:
CPTA062 – Teoria da Computação
·
Carga
horária: 4 semanas (2 aulas por semana) / 80 Semestrais
·
Curso:
Bacharelado em Ciência da Computação
·
Período:
5º período/ 2017.2
·
Docente:
Alexandre Paes dos Santos (alexandre.santos@arapiraca.ufal.br)
II – Título da aula
Construção de Autômatos Finitos não Determinísticos
III – Objetivos da aula
·
Identificar um sistema de estados finitos
como um Autômato Finito não determinístico (AFND);
·
Descrever formalmente um AFND;
·
Construir diagramas que simulem um AFND.
IV
– Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Grafos
direcionados, Máquinas de Estados Finitos, Autômato Finitos Determinísticos,
distinção entre os tipos de Autômatos;
V
– Desenvolvimento Metodológico
As
temáticas da aula serão abordadas nos seguintes momentos:
1º Momento: No
primeiro momento por meio de uma aula invertida os alunos deverão acessar o
Ambiente Edmodo para assistir vídeos
que apresentam os conceitos e comportamentos de um AFND. Os vídeos foram
postados do Google drive pelo
professor na sala virtual criado no Edmodo.
Os discentes poderão interagir no ambiente Edmodo discutindo os princípios de funcionamentos desse tipo de
máquina de estados;
2º Momento: Após
o primeiro momento, o professor em laboratório de informática irá expor o
funcionamento da ferramenta Educreations. A turma será dividida em equipes
que receberá uma lista de exercícios a serem resolvidos. Para cada exercício
deverá ser criada uma animação no Educreations
que simule o AFND correspondente.
3º Momento: Os
alunos postarão Ambiente Edmodo suas
animações criadas no Educreations
que simularão a resolução das questões da lista de exercício e deverá ser
autoexplicativa.
4º Momento: Após
a postagem das animações. As equipes deverão interagir com outras equipes
através de discussões no ambiente. Os criadores das animações deverão auxiliar
os colegas de outras equipes a compreenderem suas produções auxiliando-os nas
discussões.
VI
– Recursos
· O Aplicativo do
Ambiente Virtual de Aprendizagem Edmodo;
· Aplicativo do Google Drive;
· Laboratório de
Informática;
· Aplicativo do Educreations;
VII
– Avaliação
A avaliação processual e valorizará
as contribuições e produções dos alunos. O itens que serão avaliados serão:
· Discussões nas postagens dos vídeos previamente postados
pelo professor : será analisado a contribuição do discente à discussão e o seu grau de maturidade quanto
ao conteúdo;
· Criação das animações: será analisada a criatividade do
aluno na construção do autômato assim como a didática na explicação da
animação;
· Discussões no Edmodo após as postagens das animações: será analisado as
contribuições dos alunos em esclarecer para os colegas eventuais dúvidas sobre
os princípios e comportamento de suas animações;
VIII
– Bibliografia
DIVERIO, Tiarajú Asmuz; MENEZES,
Paulo Blauth. Teoria da Computação:
Máquinas Universais e Computabilidade. 3. ed. Porto
Alegre: Bookman, 2011.
EPSTEIN, R.;
CARNIELLI, W. Computability:
computable functions, logic, and the foundations of mathematics. 2. ed. Belmont: Wadsworth, 2000.
HOPCROFT, J. et. al. Introdução à Teoria dos Autômatos,
Linguagens e Computação. Rio de Janeiro: Campus, 2002.
MENEZES, P. B.. Linguagens Formais e Autômatos. 5. ed. Porto Alegre: Sagra
Luzzatto, 2002.
PAPADIMITRIOU, C. H.; LEWIS, H. R. Elementos de Teoria da Computação. 2.
ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.
2.11
Memórias e reflexões da
profissão docente - Raphaela Silva Nicacio de Oliveira
RAPHAELA SILVA NICACIO
DE OLIVEIRA
Pedagoga licenciada
pela Universidade Federal de Alagoas
Atuação profissional:
Professora da educação infantil e do ensino fundamental 1
Aluna regular do
Mestrado do Programa de pós-graduação em Educação na Universidade Federal de
Alagoas
I. Identificação
·
IES: Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina: Profissão docente
·
Carga horária: 60h
·
Curso: Pedagogia
·
Período: 1º/2017
·
Docente: Raphaela Silva Nicacio de
Oliveira (raphaela.nicacio@hotmail.com)
II. Título
Memórias e reflexões da profissão docente.
III. Objetivos
❏ Analisar a constituição
histórica do docente
❏
Refletir sobre a natureza do trabalho dos professores;
❏
Realizar
um registro autobiográfico sobre as memórias da profissão docente.
IV. Conhecimentos
prévios trabalhados pelo professor com o estudante
Aspectos históricos da profissão
docente no Brasil, abarcando dos Jesuítas, a criação das escolas normais, a
profissionalização do ofício e o contexto contemporâneo, contemplando reflexões
acerca da formação atual dos professores e as suas condições de trabalho no que
diz respeito à escola como seu locus de atuação.
V. Desenvolvimento metodológico
Os temas abordados serão divididos
em dois momentos:
1º momento: Os alunos realizaram as
leituras dos textos sobre os conteúdos previamente, estes serão
disponibilizados no blog da disciplina e no WhatsApp da turma, no qual os
discentes poderão tirar dúvidas que surgirem durante a leitura, posteriormente
haverá um período para discussão presencial mediada pelo professor, na qual
explicará também a atividade que será realizada à distância.
2º momento: Será realizada uma
atividade, numa proposta de sala de aula invertida, na qual os estudantes
executaram um registro autobiográfico sobre professores que marcaram a sua
trajetória escolar, seja positivamente ou negativamente, para construir esta
narrativa, os alunos utilizaram o “Tellagami”, um aplicativo para dispositivos
móveis que permite a criação de um “Avatar” que possibilita a contação de
histórias, onde os alunos e o professor poderão interagir.
VI. Recursos
· Textos eletrônicos;
· Blog;
· WhatsApp;
· Aplicativo: Tellagami;
· Dispositivos móveis;
· Internet.
VII. Avaliação
Avaliação será processual, visando à
construção do conhecimento a adquirido durante a aula e no decorrer das
atividades, contemplando a participação nas discussões, e a execução dos
trabalhos.
1. Discussão: Será avaliada a
participação e o envolvimento do aluno, durante os momentos, diagnosticando se
o discente realizou as leituras propostas.
2. Registro autobiográfico: utilização
do aplicativo “Tellagami”, para realização da narrativa.
3. Interação: Comunicação mútua com o
grupo nos aplicativos: WhatsApp e Tellagami.
VIII.
Referências
GONDRA, J. G; SCHUELER, A. Educação, poder e sociedade no Império
brasileiro. São Paulo: Cortez, 2008.
GOMES, R. C. M. A formação dos
professores no contexto atual. Revista
Educação: Anhanguera Educacional, São Paulo, v. 14, n.18, p.103-125, 2011.
MASETTO, M. T. Aula: ambiente de
aprendizagem e de trabalho profissional do docente. In:_______. Competência pedagógica do professor
universitário. São Paulo: Summus, 2003. p. 73 – 84.
2.12 Farmacologia
Antiviral - Rafael Jorge Melo de
Omena
RAFAEL
JORGE MELO DE OMENA
Doutorando
em Biotecnologia em Saúde – RENORBIO/UFAL
Mestre
em Ciências Farmacêuticas – PPGCF/UFAL
Grupo
de Catálise e Reatividade Química – GCaR
Laboratório
de Farmacologia e Imunidade – LAFI
Universidade
Federal de Alagoas
I. Identificação
·
IES: Universidade Federal de Alagoas
·
Disciplina: Parasitologia
·
Carga horária: 80h
·
Curso: Farmácia
·
Período: 4º/2017
·
Docente: Rafael Jorge Melo de Omena (rafael.omena2@gmail.com)
II. Título
Farmacologia Antiviral
III. Objetivos
Gerais:
Capacitar o aluno a desenvolver
conhecimento sobre a pesquisa e a farmacologia dos fármacos antivirais.
Específicos:
Ao fim desta aula, os discentes
deverão ser capazes de:
·
Compreender a estrutura básica dos
vírus;
·
Entender como ocorre o processo de infecção;
·
Estudar o mecanismo de ação dos fármacos
antivirais;
IV. Desenvolvimento metodológico
1.
Conceitos
1.1.
O que é um vírus?
1.2.
Morfologia dos diferentes tipos de
vírus.
1.3.
Processo infeccioso viral.
2.
Farmacologia Antiviral.
2.1.
Fármacos que agem no HIV.
2.1.1.
Inibidores nucleosídicos da
Transcriptase Reversa;
2.1.2.
Inibidores não nucleosídicos da
Transcriptase Reversa;
2.1.3.
Inibidores da Protease;
2.1.4.
Inibidores de Fusão;
2.1.5.
Inibidores da Integrase viral;
2.2.
Fármacos que agem no vírus da Influenza.
2.2.1.
Inibidores da neuroamidase viral;
2.2.2.
Inibidores da Proteína M2;
2.2.3.
Inibidores da Hemaglutinina;
V. Recursos
·
Aula expositiva dialogada;
·
Quadro e pincel;
·
Projetor multimídia e slides em arquivo
Power Point;
·
Uso de aplicativos móveis;
o
HIV
vírus structure in 3D VR;
o
ZIKA
virus structure in 3D VR;
VI.
Referências
ABBAS, A. K.; LICHTMAN, A. H.;
PILLAI, S. Imunologia Celular e Molecular, 7ª ed., Rio de Janeiro, Elsevier,
2012.
BRUNTON, L. L.; CHABNER, B. A.;
KNOLLMANN, B. C.; As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman &
Gilman, 12ª ed., Porto Alegre, AMGH, 2014.
KATZUNG, B. G.; MASTERS, S. B.;
TREVOR, A. J. Farmacologia Básica e Clínica, 12ª ed., Porto Alegre, AMGH, 2014.
RANG,
H. P. et al. Farmacologia, 7ª ed., Rio de Janeiro, Elsevier,
2012.
SILVA, PENILDON. Farmacologia, 8ª
ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2010.


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